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?O que aconteceu na História.?

Trabalho por Ana Paula de Oliveira Mota, estudante de Diversos @ , Em 15/03/2007

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Dissertação referente ao texto Arqueologia e Historia,
do livro "O que aconteceu com a Historia" escrito por Gordon Childe

UNP
2007

A história conta com o valioso auxílio da Arqueologia (ciência social que estuda as sociedades, podendo ser tanto as que ainda existem, quanto as atualmente extintas, através de seus restos materiais, sejam estes objetos móveis, objetos de arte ou objetos imóveis (como são os casos de estruturas arquitetônicas). Também se incluem as intervenções no meio ambiente efetuadas pelo homem) que definiu as várias tradições sociais através das descobertas e estudos feitos em relíquias (objetos e suas funções).

Sabe-se que a forma de aprendizado do homem deu-se através das observações dos seus ascendentes.

O ser humano devido à necessidade de adaptar-se passou por mudanças que o conduziram ao homem moderno.

O homem diferencia-se dos demais seres por ter a capacidade de produzir cultura (cultura é o conjunto de manifestações humanas que contrastam com a natureza ou comportamento natural. Esta ciência encara a cultura como a totalidade de padrões aprendidos e desenvolvidos pelo ser humano) e transmiti-la.

Mesmo os primeiros humanos (O termo "humano", no contexto da evolução humana, refere-se ao gênero Homo.) estudados pelos arqueólogos (estudiosos sistemáticos dos restos materiais da vida humana já desaparecida”. Ou como preferem outros arqueólogos enfatiza aspectos psicológico-comportamentais e definem a arqueologia como "a reconstrução da vida dos povos antigos".) cujo seu aparecimento se dá há cinco mil anos. Possuíam rudimentos de linguagem articulado que foi indispensável para que houvesse a transmissão da cultura.

O homem desenvolveu-se paralelamente ao componente cultural. Para que se possa compreender-se melhor é necessário levar em conta o tempo, os fosseis, a cultura e o espaço geográfico.
Tornam-se seres espirituais, isto leva os homens a se influenciarem e até ser dirigido por suas crenças.

Somente quando o ser humano interfere através da cultura é que se rompe com a natureza.

Sem dúvida, o ser humano foi o resultado de um longo processo histórico, ao contrário do que pensam aqueles que consideram que ele surgiu de repente, em um momento que seria um “ponto crítico”.

A vida animal é uma vida comunitária e não é desprovida de laços entre os seres que compõem uma determinada população animal. , a vida animal não deve ser estudada a partir de indivíduos e sim a partir de uma população As primeiras sociedades humanas compartilham as mesmas características das populações animais. As sociedades de caçador-coletores também viviam em bandos.

O interessante é descobrir a transformação da sociedade. Podemos reconhecer que as sociedades de caçador-coletores eram bastante dependentes dos recursos existentes no meio ambiente. A relação que esta sociedade mantinha com o meio ambiente é fundamental para se compreender as suas relações internas. Isto se deve ao fato de que as sociedades primitivas não possuírem as condições de produzirem seus meios de existência, mas apenas de colher ou caçar o que existe de disponível no meio ambiente. O desenvolvimento das forças produtivas marca a origem das sociedades de classes.

Tal desenvolvimento significou o desenvolvimento da “principal força produtiva”, a força de trabalho. Os seres humanos desenvolveram suas habilidades tanto manuais quanto intelectuais através destas mesmas atividades. Eles também criaram meios exteriores que hes permitiam enfrentar os obstáculos do meio ambiente. Tais meios foram armas, técnicas, consciência de aspectos do meio ambiente (tanto do mundo animal quanto vegetal), etc. Isto já vinha ocorrendo desde a época das sociedades de caçador-coletores, nas quais se utilizavam armas, tais como arcos e flechas, machados de pedra, etc., e também se desenvolvia a consciência relacionada com o processo da caça, onde se buscava descobrir as formas mais adequadas de encontrar e submeter à caça. Este desenvolvimento produziu um aumento populacional, pois desta forma cai o índice de mortalidade infantil e aumenta-se a idade média de vida das pessoas, já