Fazer pesquisa em uma ou mais carreiras específicas:

Administração Agronomia Arquitetura Arquivologia Arte Astronomia Biblioteconomia Biologia
Bioquímica Cinema Ciências Sociais Colegial Comunicação Contabilidade Desenho Industrial Direito
Diversos Economia Educação Física Enfermagem Engenharia Estatística Farmácia Filosofia
Fisioterapia Fonoaudiologia Geografia História Hotelaria Informática Letras Marketing
Medicina Nutrição Odontologia Pedagogia Produção Cultural Psicologia Química Rel. Internacionais
Secretariado Executivo Serviço Social Terapia Ocupacional Turismo Veterinária Zootecnia


Compartilhe

Tag Cloud

O Sabão

Trabalho por Carlos Vaz Dias, estudante de Diversos @ , Em 22/04/2003

5

Tamanho da fonte: a- A+

SABÃO


Introdução

Este trabalho tem como objetivo principal relatar a formação de uma mistura química chamada SABÃO, onde, tentaremos mostrar, com as melhores das intenções possíveis o seu processo de formação, e para que por meio da pesquisa possamos engrandecer o nosso conhecimento.


OS SABÕES

Os sais alcalinos dos ácidos graxos são os sabões, que podem ser comuns ( geralmente sais de sódio ); de ácidos carboxílicos saturados ( sa - bões duros ) e de ácidos carboxílicos insaturados ( sabões moles ).

O sabão não limpa, nem o sabonete, muito menos o detergente. Essa a - parente contradição com os slogans publicitários podem ser facilmente explicada.

Os detergentes dos quais o sabão é considerado o tipo mais simples e u - niversal são apenas agentes umectantes ou molhadores: diminuem a tensão superficial de um corpo, permitindo que os líquidos de limpeza, como a água, penetrem no seus poros para dali retirarem a sujeira.

Como os sabões comuns apresentam certos inconvenientes, sobre tudo na presença de " água dura" ( reagem com o cálcio e o magnésio desse composto deixando um resíduo insolúvel ) ou de meio ácido ( sofrem hidrólise, decom - pondo-se em ácidos gordurosos ), a técnica procurou e obteve sabões modificados. O primeiro feito a partir de óleo de rícino em meados do séc. XIX. Depois de 1932, começaram a surgir os detergentes sintéticos, inspirados nas fórmulas comuns de sabões.

A maioria dos detergentes inclusive o sabão, consiste de uma parte de óleo, semelhante em composição e estrutura a um hidrocarboneto e de um agente ionizante, capaz de polarizar eletricamente uma solução do produto, por dissociação de suas moléculas.

Agitando com água, o sabão forma uma dispersão coloidal; com álcool, porém dá origem a uma solução verdadeira. A determinação da massa das partículas de sabão, em cada uma das duas fases dispergentes, mostra que os agregados no caso da dispersão coloidal apresentam uma massa 20 a 50 ve - zes maior do que as partículas da solução alcoólica.

Os sabões formam o exemplo clássico de detergentes aniônicos. Sais de sódio de ácidos graxos, por sua vez derivados de óleos vegetais ou gorduras animais, eles são misturas de homólogos ( membros de uma família química com a mesma fórmula geral ), com 12 a 18 átomos de carbono. Entre os desse tipo, o mais comum, usado na limpeza doméstica é o dodecilbenzeno sulfonato de sódio, preparado a partir de petróleo e ácido sulfúrico. Seguem-se em im - portância os sulfatos de alquila, obtidos pela reação de álcoois graxos com á - cido sulfúrico.

Agente de limpeza, constituídos por sais de sódio ou potássio e ácidos graxos, produzido pelo tratamento de gorduras e óleos com álcalis. O sabão era utilizado como produto medicinal já por volta de 2300 a.C., sendo empregado como produto de limpeza a partir do século 2º d.C.. Fabricava-se o sabão fervendo-se gordura animal (sebo) com cinza de madeira; os álcalis fornecidos pelas cinzas reagiam com a gordura e produziam sabão. Este processo permaneceu basicamente até os dias de hoje. Uma mistura de gordura, ou óleo, e solução de hidróxido de sódio é aquecida pelo vapor em grandes tinas especiais, até que a gordura se dissolva. O sabão é preparado pela adição de uma solução concentrada de cloreto de sódio, que faz com que o sabão bruto flutue na superfície da mistura. O líquido é chamado "lixívia" e consiste em uma solução de glicerina (proveniente da gordura), hidróxido de sódio e sal. A glicerina é valiosa, sendo recuperada. O sabão é tratado adicionalmente com uma solução de hidróxido de sódio, cloreto de