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Principais Acontecimentos da Segunda Metade do Século XX

Trabalho por Tatyane Andrade Araujo, estudante de Colegial @ , Em 28/10/2006

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Principais Acontecimentos da Segunda Metade do Século XX


Introdução

Além do genocídio da Segunda Guerra Mundial; deixou como herança um mundo bi-polarizado ideológico, dividido em dois blocos, o bloco capitalista liderado pelos Estados Unidos da América e o socialista liderado pela União Soviética, cujos países do mundo inteiro tiveram de se alinhar. As potencias EUA e União Soviética lutaram contra o nazi-fascismo, e o interessante lutaram juntos, mas em 1947, criaram um novo conflito: a guerra fria.

Em comunhão com seus interesses começou uma, ameaça ao mundo inteiro, sob armas nucleares, grandes arsenais, e todos viviam sob constante ameaça ideológico e ormanentista.

O pesadelo só começou a ser inacabado em 1989, quando o leste europeu foi varrido por uma onda "democrata" que pôs fim aos regimes socialistas. Dois anos depois a União Soviética deixaria de existir e o mundo viveria sob o total controle da super potência EUA e junto dela sua globalização que hoje é uma das características mais importantes do mundo.


1 - Mundo

O mundo pós-guerra

Europa Ocidental

Perdida a hegemonia mundial devido a conflitos internos, a Europa pós-guerra provocou restabelecer várias acordos supranacionais reaproximassem seus países e trouxessem de novo sua ascensão econômica e política.

Em 1948 nascia o Benelux, união alfandegária entre Bélgica, Holanda e Luxemburgo, que aumentava o consumo para a produção de cada país dentro do bloco.

Em 1951, vem a CECA (Comunidade Européia do Carvão e do Aço) dentre os participantes: França, Alemanha, Itália e Benelux. E em 1957 esses países reunidos formam o mercado comum europeu (MCE)

A Inglaterra não fazia parte do bloco, pois no mercado inglês havia grande fluxo exportador, que lhe ora dirigido, e que não mais aconteceria se fizesse parte do bloco, o que a França visava com bons olhos, em virtude de suas estreitas ligações com os EUA.

Em 1960 a Inglaterra organiza a Associação Européia do livre comercio, que firmava uma união econômica relativa para seus membros (Inglaterra, Áustria, Dinamarca, Noruega, Portugal e Suíça), que poderiam manter suas tarifas a externas. Por fim em 1973, após longas negociações ingressam na MCE: Inglaterra, Irlanda e Dinamarca que passou a contar uma população de 256 milhões, contra 210 dos EUS e 250 do URSS.

Em política e maior contestador da liderança norte-americana era o presidente Charles de Gaulle, que procurava "acordar" o nacionalismo francês, mas seis planos fracassaram por problemas internos, que foram transmitidos no momento estudantil de Maio de 1968.

Na década de 70 a Alemanha que tinha grande "Biça", graças à solidez de sua economia, menos afetada, pelo crise petrolífera.

Nos anos 90 a Europa firmou ainda mias acordas para Comunidade Econômica Européia, com intenção de se tornar o maior mercado livre do mundo, em cerca de 380 milhões de consumidores com alto poder aquisitivo.

A 1º de Janeiro de 1993em 12 países começou a vigorar liberdade de pessoas, bens e serviços, novas negociações o que só fazia aumentar o poderio e potencial europeu.

Japão

Após o fim da segunda guerra o Japão ganha grande importância para os EUA com barreira de expansão ao socialismo no Extremo Oriente.

Com a Guerra da Coréia (1950 - 1953), tornou-se ponto de apoio estado-unidense, aumentando os investimentos. Na década de 1960 a economia japonesa passava a Européia, mas vulnerável por total falta de matéria-prima: com apenas 17% de aéreas cultiváveis, obrigada a importar quase 70% dos cereais consumidos (principalmente EUA) e quase todo minério de ferro (fundamental na produção e exportação do aço), a dependência energética é gritante, isso limitou sua atuação política, até o