O BEHAVIORISMO
O behaviorismo surgiu com John Watson (1878 1958) em 1912. O período de 1913 à 1330 é conhecido como o do behaviorismo clássico, polêmico e programático. Sua linha era nitidamente contra a introspecção, método até então preferido pelos psicólogos, apesar das críticas já feitas por William James.
Em inglês o termo behavior significa comportamento, e por estar voltado para o estudo do comportamento de acordo com os estímulos recebidos denomina-se esta tendência de behaviorismo. Através desta maneira de estudo foi possível dar a psicologia um objeto de estudo, relacionando os aspectos do comportamento com meio em que se vive.
Faz-se importante esclarecer que as unidades básicas para o estudo do comportamento são estímulo e resposta, onde através deles pode se chegar a um ponto de partida ou uma descrição para um estudo comportamental.
Entre 1930 e 1940, surgiu o neo-behaviorismo, com Clark L. Hull, que transformou o clássico num sistema mais minucioso experimentalmente, baseado na teoria do comportamento adaptado, de Pacloc.
O processo do condicionamento clássico, como foi descrito por Pavlov, consiste numa substituição de estímulos: "um estímulo, antes neutro, adquire o poder de eliciar a resposta que originalmente era eliciada por outro estímulo". Skinner chama o experimento pavloviano de condicionamento do tipo S e o seu de tipo R. No primeiro, as respostas são eliciadas (respondentes) e no segundo, emitidas (operantes). O reforço no condicionamento operante é dado após a resposta exigida, quando aparece a resposta condicionada. A ação do organismo produz o agente que reforça. Portanto, o condicionamento do tipo S diz respeito a resposta do sistema nervoso autônomo e o tipo R ao comportamento motor (músculos estriados).
Watson distribuiu vários nomes ao que chamamos de Behaviorismo: análise experimental do comportamento, comportamentalismo, teoria comportamental; tudo em prol do comportamento humano. Ele faz atribuição de que o comportamento não é uma ação isolada, mas sim, que depende do meio onde se vive. O comportamento como objeto observável, mensurável da psicologia.
A psicologia precisava usar métodos objetivos e estudar comportamentos observáveis, sendo assim, aprender através da experiência, principal influência sobre o comportamento, tendo um tópico central de investigação, deixando de lado a introspecção.
Duas razões foram indicadas para que se pudesse entender a origem dos termos "resposta" e "estímulo", uma seria e metodológica - que analisa, experimenta e a outra, seria a histórica aproveitava as idéias de outros estudiosos tudo isso para entender a interação do homem com o meio.
O indivíduo é "ensinado" a defender-se dos estímulos da natureza, quer sejam eles bons ou ruins, por conta da necessidade que seu corpo demonstra. Acredita-se que as punições são temporariamente uma pressão à fuga da verdadeira vontade. O ambiente onde nos encontramos, é capaz de determinar a forma de nosso comportamento.
A ANÁLISE DO COMPORTAMENTO
O psicólogo b. f. Skinner foi o behaviorista sucessor de Watson e o responsável direto pelo avanço da análise experimental do comportamento.
A análise experimental do comportamento foi de grande importância no mundo da psicologia e influenciou muitos psicólogos americanos, como também brasileiros.
O behaviorismo considera a personalidade como a totalidade dos padrões de comportamento. E para que se forme uma determinada personalidade, é necessário que se passe por meio de condicionamento que podem ser reforçados ou extintos no decorrer da vida, onde iremos perceber que não existem padrões de comportamento fixos, e que as mudanças nesses padrões ocorrem gradativamente.
Se observarmos um indivíduo desde sua infância até a sua maturidade, iremos perceber fases no seu desenvolvimento. Percebemos que atitudes tomadas durante sua adolescência, talvez não sejam mais tomadas na sua maturidade, o que caracterizaria
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