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Quem Mexeu no Meu Queijo

Trabalho por Rafaela Malkomes Belem, estudante de Secretariado Executivo @ , Em 29/02/2004

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RESENHA DO LIVRO: "QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO "

São Paulo

2003


I. Introdução

O livro "Quem mexeu no meu queijo?" aborda uma situação que todos nós passamos e que em muitas vezes encontramos dificuldades em lidar com ela : mudanças.

Mudanças ocorrem todos os dias : no trabalho, nas ruas, em nossas casas, dentro de nós.

É muito importante estarmos atentos aos movimentos do mundo em nossa volta, para que possamos encarar com mais naturalidade as mudanças necessárias para nossa evolução enquanto seres humanos , profissionais e etc. , a fim de evitarmos sofrimento e agonia.

"Quem mexeu no meu queijo?" mostra que mudar pode ser bom, desde que você enxergue assim.


II. Desenvolvimento : A história do livro

A história do livro "Quem mexeu no meu queijo?" começa com um almoço com colegas de escola, que ao reverem uns aos outros num encontro de ex alunos no colégio onde estudavam, resolvem se encontrar em outro lugar para saberem mais da vida de cada um.

Durante a conversa, começam a falar dos rumos que tomaram e das dificuldades que tiveram, dos medos que sentiram ao encararem algumas situações de mudança e perceberam que todos eles, embora com situações de vida totalmente diferentes, tinham algo em comum : a dificuldade de lidar com mudanças que a vida, sem aviso nenhum, nos coloca no caminho pessoal ou profissional.

No desenrolar da conversa, um dos integrantes do grupo resolve contar uma história que mudou sua vida.

A partir desse ponto, o autor começa a contar a história de dois duendes, Hen e Haw, e de dois ratinhos, Sniff e Scurry, que viviam em um grande e confuso labirinto, cheio de corredores estreitos e becos sem saída, um lugar complicado de se percorrer . Eles estavam em busca de um local onde encontrassem um bom queijo , para garantir-lhes a sobrevivência e com sorte, que lhes proporcionasse fartura.

Depois de buscarem , cada um com seu método próprio, todos eles encontraram um posto com queijo abundante, e passaram a percorrer o caminho do local diariamente para buscarem seu queijo. Os ratinhos sempre se preparavam para a possibilidade de precisarem percorrer o labirinto novamente, e por isso iam vestidos de tênis e roupas de correr. Já os duendes, Hen e Haw, certos da infinita disponibilidade do queijo naquele posto, achavam um absurdo cogitar a hipótese de que um dia aquele queijo acabaria . Jamais eles precisariam percorrer o labirinto tão sombrio de novo.

Desapercebidos do fato de que o queijo era finito e que a quantidade diminuía a cada dia, Hen e Haw tiveram uma surpresa ao descobrirem que um dia, não havia mais queijo naquele posto.

Os ratinhos, no entanto, já haviam se recolocado a buscar por um novo queijo no labirinto.

Hen e Haw, ao se depararem com a nova situação foram tomados de muitas emoções, que se alteravam à medida que pensavam no impacto do que tinha acontecido.

A primeira reação foi a de surpresa, decorrida do despreparo para mudança do posto do queijo. Depois, veio a revolta , o sentimento de injustiça , já que alguém havia mexido naquilo que era de Hen e Haw por direito conquistado. Depois, veio a negação. A fuga. Aquela vontade de acordar e perceber que tudo não passou de um pesadelo.

Ao notarem que não era pesadelo, e sim realidade, sentiram melancolia, auto piedade, inconformismo. Eles passaram a procurar culpados para a situação em que se encontravam.

Diante do imutável fato