Fazer pesquisa em uma ou mais carreiras específicas:

Administração Agronomia Arquitetura Arquivologia Arte Astronomia Biblioteconomia Biologia
Bioquímica Cinema Ciências Sociais Colegial Comunicação Contabilidade Desenho Industrial Direito
Diversos Economia Educação Física Enfermagem Engenharia Estatística Farmácia Filosofia
Fisioterapia Fonoaudiologia Geografia História Hotelaria Informática Letras Marketing
Medicina Nutrição Odontologia Pedagogia Produção Cultural Psicologia Química Rel. Internacionais
Secretariado Executivo Serviço Social Terapia Ocupacional Turismo Veterinária Zootecnia


Compartilhe

Tag Cloud

A Influência dos Estados Unidos no Brasil

Trabalho por Paulo Henrique Nonaka, estudante de Rel. Internacionais @ , Em 22/04/2003

5

Tamanho da fonte: a- A+

Influência dos Estados Unidos no Brasil


INTRODUÇÃO

Com certeza você já deve ter tido em suas mãos um manual de instruções em inglês, manual este que para grande maioria dos brasileiros pouco lhes instruirão, visto que essa pessoas não conhecem, conhecem pouco, ou não conhecem o bastante para poderem usufruir plenamente manual.

Não só numa situação como a que citamos acima, mas também em nosso cotidiano nos deparamos com uma infinidade de termos ingleses os quais em muitos casos nem sabemos, ao certo, seus verdadeiros significados, porém são repetidos inúmeras vezes mais por imitação do que por necessidade de utilizarmos o temo da língua britânica.

A pesquisa que realizamos disserta sobre esta questão, ou seja, a influência da língua inglesa em nosso país. Como não podemos tratar um idioma como um caso isolado- uma vez que é produto de um conjunto fatores sociais, políticos, econômicos e culturais interagindo entre si- então precisaremos discorrer também sobre a constante presença norte-americana entre nós como a maior disseminadora da língua e cultura inglesa.

Os norte-americanos passaram a exercer forte influência aqui no Brasil, principalmente após a Primeira Guerra Mundial, quando passaram da posição de um dos maiores devedores do mundo para a de grande potência. A partir desse momento eles assumiram a tutela dos países da América Latina recém independentes de suas metrópoles européias.

Hoje nós comemos lanches do MacDonald’s, bebemos Coca-cola, vestimos Nike, assistimos aos desenhos da Disney, e muito mais.

O nosso trabalho objetiva, fazer com que passemos a refletir sobre as causas e efeitos do idioma inglês, e do mundo visto através de ótica norte-americana, pela qual desde muito pequenos aprendemos a enxergar, por influência da TV, das músicas, do cinema, e de todo um mercado dominado pelos ianques.  


CONTEXTO HISTÓRICO

TUDO COMEÇOU…

Era uma vez um índio, um negro e um português . . .

Influências culturais todos os povos recebem e exercem, no decorrer da sua história, conforme o nível e a natureza de suas relações.

No caso do Brasil, desde o início da sua história isso se verifica com a convivência e consequentemente a troca de elementos culturais do branco europeu, invasor e colonizador, com o índio, habitante original desta terra, e depois com o negro, trazido da África como escravo.

A cultura dita brasileira se moldou portanto a partir do intercâmbio de três elementos de raças, continentes e habitats distintos e portadores de técnicas, crenças e formas de expressão diversas.

No entanto, a história de nosso país foi sempre analisada apenas sob o ponto de vista da dominador. Por isso encaramos a chegada, conquista e dominação européia na América como mais uma etapa gloriosa de uma civilização "superior", cumprindo seu destino inexorável de espalhar pelo mundo as verdades engendradas durante o seu específico e particular processo de desenvolvimento histórico.

Usamos expressões como "descobrimento", "europeização do mundo", "transplantação de cultura" etc., que mal disfarçam a supervalorização do modo de ser e estar no mundo do europeu em detrimento da cultura daqueles povos que, em nossa História Oficial, acabaram relegados a papéis secundários, embora nos tivessem legado também maneiras de falar, fazer, se expressar e tantos outros elementos culturais.

Segundo essa concepção europocêntrica, tudo se passaria como se a dominação do branco fosse essencialmente natural e todo o legado indígena ou africano tivesse permanecido entre nós devido a algum processo de "descuido" da história ou algo como um "vazamento cultural acidental". Por isso mesmo, esses legados têm sido encarados como remanescentes do "exótico" e classificados como folclóricos durante o processo de "embranquecimento" pelo qual passou o