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Ameaças do E-commerce

Trabalho por Carlos Eduardo Dorna Bueno, estudante de Marketing @ , Em 28/09/2007

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Ameaças do E-commerce

Fundação Getúlio Vargas - FGV
2007

Relação entre e-commerce e shopping center´s

O maior desafio dos varejistas e shopping center´s são os altos preços de seus pontos, impostos e a desleal concorrência com a internet, afinal o e-commerce cresce a cada dia por causa dos seus descontos, clubes de compra e category killers, observamos que nos EUA o crescimento de vendas pela internet é praticamente diário, enquanto no Brasil o crescimento de vendas pela internet não chega a 15% da população.

Para o comerciante e consumidor brasileiro a internet ainda não é considerado o meio mais seguro, mas este o número está crescendo e tende a crescer. Os varejistas de shopping center´s tendem a aderir a esta moda mas ainda não acreditam que sejam o meio mais seguro pelo menos no Brasil.

Decisão dos gestores

Muitas controvérsias surgem quando se fala no futuro do e-Commerce no Brasil. Raríssimas empresas do varejo virtual têm apresentado resultados positivos; a maioria ainda sonha em gerar lucros. As ameaças são consideradas pontos negativos vividos na grande maioria por consumidores na compra realizada pela Internet: atrasos em relação ao prazo prometido de entrega, produtos entregues com avarias, erros de cobrança e cancelamento de pedidos por falta de produtos são apenas alguns dos problemas vividos que podem gerar experiências negativas nas compras virtuais.

O que geralmente acontece é a integração entre a informação sobre a disponibilidade de determinado produto pelo site - front-end - e a real disponibilidade deste produto em estoque - back-office. No entanto, apesar dos constantes relatos de insatisfação, são poucas as pesquisas que mostram as reais justificativas deste desempenho.

O processo de atendimento de pedido e a logística de distribuição são os principais gargalos do comércio eletrônico. O importante é a confiança que a internet hoje transmite, afinal existem várias empresas renomadas no mercado que aderiram ao e-commerce e que ao longo do tempo trarão cada vez mais consumidores pela internet, o que poderá gerar uma falência ao varejo.

Segundo o Bill Gates “No futuro existiram dois tipos de comerciantes: os que fazem negócios pela internet e os que estão fora dos negócios”.

O mais interessante seria que o governo incentiva-se o varejo, diminuindo as taxas e os juros, melhorando assim as condições para venda do varejo.

Quanto ao plano de marketing seria interessante que os gestores pensassem no marketing de relacionamento humano, pois o comércio eletrônico é um marketing frio, e se não for investido no relacionamento humano, dentro em breve as pessoas não se falaram mais, não existirá mais contato humano, investindo no marketing de relacionamento será o mesmo que investir em algo novo e diferenciando, os mercados para mostrar as pessoas que o importante não é apenas à compra ou venda e sim o entrosamento e conhecimento de novas pessoas.

Conclusão

Não há dúvidas de que o comércio eletrônico está facilitando o acesso a produtos levando à vendas mais pulverizadas e elevando complexidade logística. No entanto, é preciso cuidado para não adotar uma visão limitada do ciclo do pedido. Os tempos de transporte não são os únicos determinantes do tempo total de entrega. As principais causas do aumento do tempo de entrega encontram-se nas fases de processamento e atendimento do pedido.

A agilidade do tempo de confirmação de crédito foi um exemplo de evolução no desempenho operacional das lojas virtuais. Ter um bom desempenho nas etapas que compõem o ciclo do pedido pode gerar três resultados: aumento de vendas, resultado de uma menor desistência na tirada do pedido e de uma redução de indisponibilidade, redução de custos, devido à redução de retorno de produtos (logística reversa), e melhoria dos níveis de serviço, obtido através da redução do tempo de ciclo e do fornecimento de informações precisas e rápidas. Portanto, as empresas devem aprender a lidar