Análise Crítica do Livro: Administração de Marketing no Mundo Contemporâneo
1. Identificação do assunto
O livro Administração de marketing, da editora FGV, é um livro que aborda as estratégias e conceitos de marketing, procurando mostrar como se aplica no mundo moderno.
O livro Administração de Marketing no mundo contemporâneo, explica primeiramente alguns conceitos de marketing, citando algumas figuras do Marketing como Levitt, que define como possesso de atrair e manter clientes; Rocha e Christensen, que o vêem como uma função gerencial para ajustar oferta de demanda; Semenik e Bamossy, que falam em planejamento e execução de idéias para criar trocas visando determinados objetivos; Já para Ducker, trata-se de um processo de integração da economia à sociedade, enquanto Kotler e Armstrong sustentam que é um prcesso gerencial com o objetivo de atender as necessidades e desejos das pessoas.
O livro também conta a evolução do marketing, que começa desde o século XVI na Europa Mercantilista que embora homogênea, dominava os negócios do velho mundo, passando pela revolução industrial, citando a escola clássica, que trouxe a teoria da administração científica e a teoria da gerência administrativa.
Mayo propôs em 1927 o grande conceito do "homem social" teoria vista como o trabalhador cujo comportamento não pode ser comparado a uma máquina, paralelamente igual ao filme de Charles Charplin (retrato crítico da época), inspirando toda uma corrente de pensamento que sofre grande influência do ensino da administração a partir da década de 1940.
No final dos anos 50, surgiu a teoria contingência, que engloba conhecimentos, assim sendo chamado de "princípios gerais de administração", que são aplicáveis a um tipo de empresa, a qual segue em dois modelos básicos de organização: o mecânico e o orgânico. As implicações para o marketing interno das empresas são claras e evidentes, porém num mundo que muda cada vez mais rapidamente, é pouco provável que os especialistas cheguem a uma só opinião, um padrão administrativo que sirva para todo e qualquer tipo de mercado.
Tomando que o cliente é o centro das estratégias eficazes, foca-se primeiramente o negócio na produção para depois priorizar as vendas; O Brasil não possui um marketing tão desenvolvido como outros paises de primeiro mundo. O bom artefato industrial (produto), deixa de ser artesanato e passam a ser industrializados devido a grande demanda.
O livro acaba analisando a formação histórica brasileira para mostrar que tudo influencia para que o Brasil não tenha um marketing tão desenvolvido: sendo considerado apenas um fornecedor de pau-brasil, açúcar, tabaco, ouro entre outras coisas na época do descobrimento; Portugal reprimindo nossa economia e a educação que era apenas o básico e o ensinamento era extremamente voltado para o catolicismo.
E as explicações sobre nossa história seguem até chegar a independência ai chegam mais problemas: escravatura que abre a ineficiência dos escravos para os serviços mais complexos, dispersão do mercado consumidos interno que sofre grandes problemas irreversíveis como a geografia que dificulta a integração logística, a fraca poupança interna que o salário é o grande formador de poupança interna e a falta de cultura empreendedora que segue com a ausência do espírito capitalista reinante na Europa. E segue citando os problemas passando pelo plano Collor e o atentado de 11 setembro. Concluindo que é preciso considerar que as estratégias nessa área devem ajustar-se às diferentes circunstâncias e recursos existentes no Brasil.
Após essas explicações os autores contam no livro alguns conceitos do Marketing Contemporâneo, como ele se estrutura, os atores do marketing (fornecedor, fabricante, atacadista, varejista e consumidor), mostrou também a pirâmide de Maslow ou Hierarquía das necessidades humanas de Maslow, Definiram o conceito de mercado, dividindo o mercado em mercado de massa, segmento de mercado, nicho e consumidor individual; explica o planejamento de marketing, defini Micro e Macroambiente. Mais a frente analisa o mercado separando as partes
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