Gestão Ambiental na Hotelaria
Belo Horizonte
2004
Dedico este trabalho à minha orientadora, Renata e minha ex-professora Ângela , que, com delicadeza e sensibilidade, conseguiu conduzir o meu eu interior e mostrar-me, com competência, os caminhos de um trabalho sério e coerente.
AGRADECIMENTOS
Agradeço Deus, que me orienta, me fortalece com sua presença, me conforta nos momentos difíceis por permitir mais uma conquista.
Dedico este trabalho, aos meus pais que me instruíram com dedicação, paciência e sabedoria, dando-me todo o auxílio e força para que eu continue neste caminho por mim escolhido. Essa vitória é graças a vocês e aos meus irmãos.
Aos meus amigos, Andréa, Aparecida Maria, Carmelita (in memorian), Cristiano Henrique, Elaine Moreira, Eliane Moreira, Herogina Beatriz, Jaqueline Monteiro, Jakeline Silveira, Marcelo Aviz, Rafael Bevilaqua, Sonia, Veve, por me ensinarem o verdadeiro sentido da palavra amizade, pelo muito que aprendemos juntos, pelo companheirismo, por fazerem da minha vitória.
Ao Professor Paulo Queiroga, amigo e coordenador, por despertar em mim à vontade de aprender, por compartilhar sem medida todo seu conhecimento, pela disponibilidade e seriedade em suas orientações.
A Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, que ao oferecer este curso de Administração Hoteleira, me permitiu a realização de um sonho.
A todos aqueles que de alguma forma contribuíram para a realização deste trabalho.
RESUMO
O presente estudo é descrever e caracterizar os principais impactos ambientais causados pela operação do Setor Hoteleiro sobre o meio ambiente, identificando os fatores que o hotel levou a implantar o SGA, os critérios para a obtenção da norma ISO14001 e os principais benefícios alcançados. Este estudo apresenta, ainda, uma análise do processo de manutenção do sistema de gestão ambiental, descrevendo a política ambiental da empresa.
1 INTRODUÇÃO
A questão da proteção ambiental nas organizações transformou-se em um dos fatores de maior influência da década de 90. Atualmente, a utilização de recursos naturais já não é mais possível sem um prévio planejamento, de sua substituição ou recuperação integral, através de regulamentações, ou ainda da necessidade natural das empresas em competir num mercado sem fronteiras.
O uso racional dos recursos disponíveis na natureza já não é exigência apenas dos ecologistas ou entidades governamentais, passando a fazer parte, também, do planejamento estratégico das organizações. Considerando que as preferências dos consumidores tomam como alvo às entidades ecologicamente correta, na sua prestação de serviço, na produção de produtos ou a forma de interagir com seus fornecedores, funcionários e a comunidade em geral, existindo a necessidade de adequação aos novos padrões exigidos, sendo essenciais para uma convivência pacífica e longínqua, humanitária e protetora ao ambiente.
Pode-se observar na moderna administração, o comprometimento das empresas com o meio ambiente, preocupação esta, presente em todos os ramos de negócios e em todos os sentidos de desenvolvimento.
Segundo Donaire (1999, p. 29), "... temos o poder de reconciliar as atividades humanas com as leis naturais e de nos enriquecermos com isso. E nesse processo, nossa herança cultural e espiritual pode fortalecer nossos interesses econômicos e imperativos de sobrevivência".
A proteção do ambiente constitui um dos maiores desafios da geração atual, ao qual nenhum setor de atividade pode ficar indiferente. O estado de degradação a que o planeta chegou e, a necessidade de aplicar medidas vigentes que minimizem os efeitos causados pelas agressões ambientais é alguns dos objetos de estudo do referido trabalho.
De acordo com Embratur, (2003) a posição do Brasil vem evoluindo de forma gradativa no concorrido ranking da OMT, Organização
Ferramenta