INFLAÇÃO
INTRODUÇÃO
No conteúdo do estudo abordei de forma objetiva e simples os conceitos e modalidades da inflação que nos permite um entendimento geral sobre o tema.
Seu surgimento é cada vez mais abrangente nas relações sociais, políticas e econômicas.
1. INFLAÇÃO
Aumento persistente dos preços em geral, de que resulta uma contínua perda do poder aquisitivo da moeda.
A inflação, normalmente, pode resultar de fatores estruturais (inflação de custos), monetários (inflação de demanda) ou de uma combinação de fatores. Entretanto, independentemente da causa inicial do processo de elevação dos preços, a inflação adquire autonomia suficiente para se auto-alimentar por meio de reações em cadeia (a elevação de um preço "puxando" a elevação de vários outros)
A inflação constitui um dos mais palpitantes e sérios problemas da atualidade, Economistas, sociólogos, estadistas, homens públicos e financistas olham com atenção o fenômeno sóciológico-economico da inflação. A sua intensidade se torna crônica nos países subdesenvolvidos, onde os governos se sentem incapazes de compreendê-la e dominá-la
O grande público geralmente entende como inflação todo aumento do volume da moeda. Mas é preciso que tal aumento seja anormal ou excessivo, e só se pode reconhecer esse caráter tomando-se um ponto de referência, medindo o aumento do volume monetário em relação a uma outra coisa que tenha um caráter real.
A alta geral dos preços deve revestir-se de determinados elementos para caracterizar a inflação:
Em primeiro lugar, o aumento de volume monetário é maior que o aumento de volume da produção, que também pode permanecer estacionária ou regredir.
Em segundo lugar, a alta dos preços corresponde a uma autentica disparidade entre a procura global e a oferta global no mercado.
Em terceiro lugar, a alta dos preços não tem em seu processo um freio ou uma possibilidade de ser detida. Tende antes à aceleração, a alta provoca a alta, daí o risco de se tornar explosiva a inflação cirando graves problemas para a comunidade.
Com a teoria de Keynes a inflação deixou de ser um fenômeno exclusivamente monetário, e se elabora a teoria conjuntural da inflação. Procura-se então conceder uma explicação para o inflacionismo na produção de bens, na sua circulação, no comércio exterior, na distribuição de rendas.
No século passado entendia-se assim que a inflação se caracterizaria por um excesso anormal de aumento de papel-moeda sobre o depósito de metal. Este aumento excessivo e normal seria característica da inflação.
Hoje em dia, entretanto, o volume da emissão é medido em relação a outro fator real, isto é, o volume da produção nacional, e então se caracteriza a inflação pelo aumento excessivo da moeda em suas diversas formas, com respeito a produção nacional.
1.1. Inflação de Custos
Processo inflacionário gerado pela elevação dos custos de produção, especialmente das taxas de juros, de câmbio, de salários ou dos preços das importações.
1.2. Inflação de Demanda
Também chamada de inflação dos compradores, é o processo inflacionário gerado pela expansão dos rendimentos. Ocorre que os meios de pagamento crescem além da capacidade de expansão da economia, ou antes que a produção esteja em plena capacidade, o que impede que a maior demanda decorrente da expansão dos rendimentos seja atendida. Com isso aumentam os preços e, por extensão, os salários e os rendimentos em geral, dando origem a uma espiral inflacionaria.
1.3. Medida de Inflação
A inflação necessita ser medida e aferida para poder saber se o seu grau de intensidade. O método de cálculo da inflação deve assim ser exposto
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