A AMÉRICA DO MERCOSUL
Introdução
Mercosul
A intenção deste trabalho é de relatar, de forma resumida, a criação do mercosul e as sua divergências econômicas e regionais.
A dificuldade que a profissão contábil encontra no trato dos relacionamentos dos quatro paises, pois, cada pais tem sua maneira própria de controlar e demonstrar suas riquezas.
A Contabilidade Internacional surge com a intenção de harmonizar estas diferenças, não com o intuito de muda-las, mas, abrindo um leque do saber de tal forma que todos os profissionais da área seja capaz de entender como é feito o trabalho em outra área. O Mercosul é um bloco econômico que procura encontrar a solução para as diferenças existentes entre as normas contábeis.
O presente trabalho é um estudo sobre o que é o Mercosul, e por conseqüência a sua harmonização contábil.
O Mercosul
O Mercosul é um dos grandes propulsores das mudanças mundiais, nas áreas de comercio, isto é participação na globalização.
Isto aconteceu quando nós sul-americanos observamos um novo movimento tendencioso mundial que era a abertura do mercado e o surgimento de diferentes pólos nas diversas partes do mundo. Observamos também que as mudanças estavam acontecendo, mas estas eram através de acordos multilaterais entre vários paises em busca de demarcar seus espaços e com isso gerar mais riquezas no mercado.
O nascimento do Mercosul
As Américas do Sul e Central e seus colossais territórios, banhado pelos maiores oceanos do mundo, o Atlântico e o Pacifico, com seus mais diversos relevos, como a cordilheira dos Andes, a Amazônia, a Patagônia, o Pantanal, o Semiárido, Desertos e outros locais inóspitos.
A América Latina com sua capacidade de ajustamento das regiões tão distintas deixou de ser apenas peça de engrenagem para ser a própria engrenagem que funciona independentemente de outras maquinas ou locomotivas, cujo projeto ambicioso e legítimo de articulação precisava ser trabalhado, peça por peça, isoladamente, para só então, atuarem em conjunto.
Mas a nossa América do Sul sempre teve suas rivalidades e estavam sempre com um pé "atraz" quando se tratava de negócios com outros paises vizinhos, isto se dava porque era grande a diferença regional dentro de nosso território latino americano, não só nacionais, mas até regionais. Foi preciso superar tempos de Urquiza e Rosas na Argentina; encontrar Venâncio Flores no governo Uruguaio; foi necessário que ocorresse a Revolução Farroupilha para se chegar a um desenho consolidado de cada país; foi fundamental que Artigas, San Martin, Caxias, por si e pelo que a história lhes atribuiu, realizassem suas tarefas de consolidação, a fim de que passasse a existir, deste lado do mundo, um perfil mais claro de identificações e nacionalidades, como já que ocorreu com o trabalho de Bolívar.
A integração é feita por pessoas e para pessoas. Por pessoas que, sobretudo, trabalham; trabalham para si ou para os outros e, trabalhando, em muitos casos, negociam. Pessoas que empreendem investindo recursos, aplicando poupanças para ensejar a realização de projetos, dentro da economia aberta do risco do capital aplicado; pessoas que prestam serviços e vendem criatividade autônoma, através de ação, sobretudo, para os que investem e empreendem. Integração é uma estrada aberta por interesses, muitas vezes do bom negócio.
Certo é que a abertura comercial sem a decisão política termina desatualizada, limitada; restringe-se à fronteiras formais muito estreitas, encurraladas pela burocracia; coloca-se numa situação de submissão a formalismos que não lhe viabiliza o andar e perde o apoio do poder público para enfrentar as barreiras que lhe são impostas. Integração tem de ser, além de conduzida pelo interesse mercantil, prioridade política.
Ferramenta