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Auditoria do Disponível

Trabalho por Alexandre Ferreira da Rocha, estudante de Contabilidade @ , Em 19/10/2006

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AUDITORIA DO DISPONÍVEL


1. INTRODUÇÃO

A auditoria tem por princípio auxiliar o administrador a tomar decisões mais eficazes em relação a gestão administrativa, evitando erros, omissões ou fraudes que possam ser efetuados.

As disponibilidades dentre os investimentos patrimoniais representam o ativo de maior liquidez, sendo o mais sujeito a fraudes, devido a movimentação constante de numerários, mesmo que a empresa mantenha um bom sistema de controle interno. Nos dias atuais é de vital importância a manutenção de um controle interno, principalmente sobre suas disponibilidades. Como citam FRANCO e MARRA (1992,p.298), na maioria dos casos,os alcances, desfalques e desvios estão diretamente relacionados com o dinheiro disponível.

Por outro lado, a auditoria não procura apenas fraudes em seu sistema, mas sim obter opinião de profissionais com maior especialização na área contábil e saber se retrata fielmente a situação da empresa. A Auditoria fornece análises, apreciações, recomendações, sugestões e informações relativas à atividade examinada, podendo revelar as fraquezas, determinar causas, avaliar as conseqüências e encontrar uma solução para que o administrador possa agir. Sendo o processo pelo qual é realizado o exame minucioso na escrituração contábil e nos documentos que lhe deram origem, fazendo-se os confrontos e sugerindo as retificações necessárias,motivados por erros ou omissões, assim o auditor estabelecerá procedimentos, que funcionarão como uma investigação, fundamentando a sua opinião. A empresa deverá ter um controle interno que garantirá a veracidade dos registros e a exatidão das informações, que serão utilizadas para a formação dos papeis de trabalho, que são um conjunto de formulários e documentos que fornecem todas as informações referentes ao trabalho do auditor.

O surgimento da Auditoria, está diretamente relacionado aos seguintes principais motivos:

  • Evolução natural do mundo capitalista;
  • Transformação de empresas familiares em empresas corporativas, administradas por terceiros;
  • Processo de globalização evidenciado, principalmente, por:
  • abertura de capital para investimentos externos;
  • expansão dos negócios para "além" fronteiras;
  • Crescimento, modernização e evolução tecnológica, principalmente nas áreas ligada à informática;
  • Crescimento de fraudes, erros e atos ilícitos nas áreas fiscais, societárias, legais, administrativas e financeiras das empresas;

No Brasil, o campo de atuação do profissional de auditoria surgiu com certa intensidade a partir da Lei n° 4.728, de 14 de julho de 1965, que instituiu a criação do Mercado de Capitais, tornando obrigatória a auditoria em todas as empresas pertencentes ao Mercado de Capitais. A partir desta Lei, o Banco Central estabeleceu uma série de regulamentos tornando obrigatória a contratação de auditoria externa ou independente em quase todas as entidades do Sistema Financeiro Nacional e Companhias Abertas. O Banco Central estabeleceu ainda, por meio da Circular n° 179, de 11 de maio de 1972, as normas gerais de auditoria. Na época, o Conselho Federal de Contabilidade aprovou através da Resolução n° 321/72, as normas e procedimentos de auditoria, as quais foram elaborado pelo Instituto de Auditores Internos do Brasil, atualmente denominado IBRACON – Instituto Brasileiro de Contadores.

Em 1976, é criada a Lei das Sociedades por Ações n° 6.404/76, determinando que as Demonstrações Contábeis das companhias abertas, que tem suas ações negociadas em Bolsa de Valores, sejam obrigatoriamente auditadas por auditores independentes registrados na Comissão de Valores Mobiliários – CVM.

Dentro das limitações de seu objetivo, o auditor deve estar atento à possibilidade de irregularidades, bem como procurar dar sugestões de melhoria dos controles internos e de planejamento fiscal adequado com possíveis economias de impostos.

A auditoria deixou de ser, para as entidades, e especialmente para empresas da atualidade, apenas mais um instrumento criado pela administração para aumentar seus controles sobre o pessoal administrativo. Atualmente é meio indispensável de confirmação da eficiência dos controles e fator de