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14 Princípios e Funções de Fayol

Trabalho por Marcus Vinícius R. A. Pinto, estudante de Administração @ , Em 22/04/2003

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OS 14 PRINCIPIOS E FUNÇÕES DE FAYOL

 

INTRODUÇÃO

O presente trabalho tem como finalidade abordar funções essenciais da empresa, funções administrativas, princípios gerais da administração .

A chamada Teoria Clássica da administração surge na França em 1916 com Henri Fayol, e espalha-se pela Europa. Fayol era engenheiro e se baseava em princípios e técnicas para o seu trabalho. Enquanto Taylor desenvolvia a Administração Científica, com ênfase nas tarefas, no operário em si, Fayol desenvolvia a Teoria Clássica que se caracterizava pela ênfase na estrutura que a organização deveria possuir para ser eficiente.

As duas teorias tinham como principal objetivo buscar a eficiência das organizações

FAYOL (HENRI 1841 – 1925)

Fayol, fundador da Teoria Clássica , nasceu Constantinopla e faleceu em Paris , vivendo assim as conseqüências da Revolução Industrial e da I Guerra Mundial. Formado em engenharia aos 19 anos, entrou para uma empresa metalúrgica e carbonífera, foi promovido a gerente aos 25 anos e mais tarde Diretor Geral com 47 anos, se aposentou em 1918, durante esse período salvou sua industria da falência.

Fayol coloca sua Teoria da Administração no livro Administration Industrielle et Générale , publicado em 1916. Nos últimos anos de sua vida, Fayol voltou-se para a administração pública, estudando os problemas dos serviços públicos e lecionando na Escola Superior de Guerra de Paris.

SEIS FUNÇÕES ESSENCIAIS DA EMPRESA

Fayol parte da proposição de que toda empresa pode ser dividida em seis grupos de funções. Ele via a organização como um corpo ("corpo empresarial") e as atividades deste eram divididas em seis funções:

Técnicas, relacionadas com a produção de bens e serviços da empresa.

Comerciais, relacionadas com a compra venda e permutação / troca.

Financeiras, relacionadas com a procura e gerência de capitais.

De segurança, relacionadas com a proteção e preservação dos bens e das pessoas.

Contábeis, relacionadas com inventários, registros, balanços, custos e estatísticas.

Administrativas, relacionadas com as outras cinco funções integradas, pairando acima delas.

 

FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

Fayol definiu elementos da Administração, ou funções do administrador

Prever: visualizar o futuro e traçar o programa de ação.

Organizar: constituir o duplo organismo material e social da empresa.

Comandar: dirigir e orientar o pessoal.

Coordenar: ligar, unir harmonizar todos os atos e todos os esforços coletivos.

Controlar: verificar que tudo ocorra conforme as regras estabelecidas e as ordens dadas.

Estes são elementos que devem existir em qualquer trabalho, nível ou área de atividade de uma empresa.Tanto o diretor, gerente, chefe, supervisor...desempenham essas atividades de previsão, organização, comando, coordenação e controle, comoatividades administrativas essenciais

 

PRINCÍPIOS GERAIS

DA ADMINISTRAÇÃO SEGUNDO FAYOL

Fayol refletiu sobre sua experiência como gerente e identificou várias técnicas administrativas que havia aplicado e que, haviam enriquecido o corpo organizacional ou tinham-no ajudado a funcionar. Apesar dos receios de que pudesse ser mal interpretado (e foi), dado que se poderia pensar que estivesse propondo leis universais ao chamar de princípios a esses procedimentos, Fayol propôs quatorze deles:

1. Divisão do trabalho: consiste na especialização das tarefas e das pessoas para aumentar a eficiência.

2. Autoridade e responsabilidade: autoridade e o direito de dar ordens e o poder de esperar obediência. A responsabilidade é uma conseqüência natural da autoridade e significa ter o dever de prestar contas. Ambas devem estar equilibradas entre si.

3. Disciplina: depende da obediência, aplicação, energia, comportamento e respeito às normas estabelecidas.

4. Unidade de comando: cada empregado deve receber ordens de apenas um superior. É o princípio da autoridade única.

5. Unidade de direção: uma cabeça e um plano para cada conjunto de atividades que tenham o mesmo objetivo.

6. Subordinação dos interesses individuais aos