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A Arte da Guerra para Executivos

Trabalho por Anna Eliza Diniz, estudante de Administração @ , Em 22/04/2003

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Arte da Guerra para Executivos


O livro – A arte da guerra para os executivos – de Donald G. Krause, se baseia nos princípios de Sun Tzu foi um general chinês que viveu no século IV AC e que no comando do exército real de Wu acumulou inúmeras vitórias, derrotando exércitos inimigos e capturando seus comandantes. Foi um profundo conhecedor das manobras militares. Uma das histórias mais repetidas sobre Sun Tzu descreve o modo pelo qual ele empregava as "concubinas" para demonstrar, no palácio, ao rei, exemplos de manobras de combate e deslocamentos de tropas.

Desde que foi encontrada, essa obra foi traduzida centenas de vezes e recebeu várias interpretações. A "Arte da Guerra" foi traduzida, inicialmente, pelos japoneses em 760 DC. A primeira tradução para uma língua ocidental foi realizada em 1772, pelo padre jesuíta J.J.M.Arniot, publicada em Paris. Em 1782, foi realizada uma nova impressão dessa obra, ordenada por Napoleão Bonaparte.

No século XIX, surgiram as traduções em outros idiomas. Hoje, das poucas traduções disponíveis feitas a partir dos originais em chinês para o idioma inglês, a versão de 1963 de Samuel B. Griffith é a mais aceita e consultada.

Em 1972, escavações na China revelaram uma "nova" versão da "arte da Guerra", considerada mais completa e antiga que a versão tradicional, ampliando e corrigindo algumas passagens traduzidas.

A abordagem é sobre as estratégias da guerra, que podem ser facilmente transportadas para o mundo dos negócios.

Para se tornar um executivo de sucesso é necessário seguir os princípios de Sun Tzu que se resumem em: aprender a lutar, mostrar o caminho, agir corretamente, conhecer os fatos, estar preparado para o pior, não complicar, não recuar, atuar melhor, atuar em equipe e manter os concorrentes em dúvida.

Importante também obter um eficaz Sistema de Informações, para se ter bom respaldo na hora das decisões.

Capítulo 1 – PLANEJAMENTO

O capítulo 1 trata da importância da competição. Há cinco fatores básicos que influenciam a competição: caráter (é o espírito da organização e faz a ligação entre os elementos e as metas); o ambiente, a estrutura ( a forma como o trabalho é organizado e gerenciado); a liderança e a informação (fatos precisos). É necessário que se crie uma estratégia competitiva, otimizando pontos fortes internos e no mercado, criando vantagem competitiva. Necessário também satisfazer plenamente os clientes e desenvolver produtos e serviços inovadores.

Capítulo 2 – AÇÕES COMPETITIVAS

A sua importância é gerar resultados rápidos. Os recursos para as ações competitivas devem estar disponíveis antes do seu início, gerando assim agilidade. Um dos motivos de vitória é fazer as coisas simples, bem e rapidamente, não deixando diminuir a criatividade, o compromisso, o entusiasmo e o capital. Há também que saber utilizar a inovação e os sistemas de informação, assim como, manter uma boa equipe. E para desenvolver a equipe é necessário motivar, recompensar e treinar.

Capítulo 3 – ESTRATÉGIA COMPETITIVA

A melhor forma de conquistar um mercado é com serviços superiores e inovadores, tornando obsoletos os produtos e serviços do concorrente, criando melhores maneiras de fornecer tais produtos e serviços, oferecendo maior satisfação. A pior estratégia é atacar a reputação e o produto do concorrente. Necessário também desenvolver uma eficaz liderança. Há três maneiras de dificultar o desenvolvimento: agir com ignorância, visar os procedimentos ao invés do cliente e promover pessoas sem habilidades. Há cinco indicadores de um bom líder: saber quando lutar ou recuar, utilizar recursos apropriados, ter entusiasmo e espírito inovador, saber utilizar as informações e desenvolver boa equipe.

Capítulo 04 – POSICIONAMENTO

A ação básica para o