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A Boa Sorte

Trabalho por Ricardo alexandre de Lima santana, estudante de Administração @ , Em 04/07/2006

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A BOA SORTE

Camaçari

2006


Os autores escreveram este livro depois de um amplo estudo sobre os principais fatores da Boa Sorte. O livro foi escrito em 8 horas consecutivas e as regras da Boa Sorte levaram três anos para serem identificadas, a Boa Sorte é uma obra de auto-ajuda. Explica como pessoas bem sucedidas experimentaram essa Boa sorte

Podemos identificar na obra "A Boa Sorte", de Fernando Trias de Bes e Alex Rovira Celma, uma comparação entre as maneiras de se adquirir sucesso ou fracassos em nossas vidas. A sorte representa o caminho mais fácil que é o comodismo, vendo em situações do cotidiano, a energia do ser humano frente às possibilidades de sucesso, no acaso. A boa Sorte representa a pró-atividade do ser humano, a busca do melhor, à criação das condições necessárias para obtenção (alcance) do sucesso, da satisfação pessoal, profissional, espiritual e etc.

O livro "A Boa Sorte" se inicia com o reencontro de Vitor e Davi dois amigos, que não se viam há cinqüenta e quatro anos, durante esse reencontro Davi relata seus fracassos, mesmo herdando o comando de uma indústria têxtil. Vitor consegue se tornar um homem de prestigio e vencedor. O mesmo diz ao seu amigo Davi, que ele teve muita sorte. Para Vitor sorte é o fruto do acaso, mas se não for trabalhada só traz frustração. Já no caso de Vitor, ele fez sua própria sorte com fruto de muito trabalho, Vitor conta a Davi ilustrando uma fabula, sobre a Sorte e a Boa Sorte.

A fábula é a estória de dois cavaleiros, Nott que usa uma capa negra e Sid, o cavaleiro da capa branca. Eles tinham o objetivo de colher o trevo de quatro folhas que traria a quem conseguisse encontrá-lo, sorte ilimitada e que, segundo o feiticeiro Merlin, nasceria no Bosque Encantado em sete dias iria.

Sempre viajando por caminhos diferentes, nunca se encontrando. Nott procura o Gnomo que é o príncipe da terra onde nasceria trevo mágico de quatro folhas, para colher informações sobre a sua busca. Mas o gnomo o informou que nunca nascera no bosque tal trevo. Então Nott classificou a tal missão como impossível. Sid teve a mesma idéia do cavaleiro da capa negra e também procurou o gnomo para colher informações sobre o trevo e ouviu a mesma resposta do gnomo, sobre o trevo, porém porem posicionou de forma diferente e paciente junto aos moradores do bosque encantado: A Sequóia, A Dama do Lago; Ston a Mãe das Pedras; A Coruja; A Bruxa Morgana, O Vento, o senhor do Destino e da Sorte, etc. começa a construir uma série de ações, criando condições necessárias para o nascimento do trevo de quatro folhas. E no sétimo dia da sua jornada, Sid é presenteado, quando um punhado de sementes que foram parar numa pequena extensão de terra fresca e fértil, se transformando em uma centena de brotos de Trevo da Sorte. Definindo a sua conquista.

Os autores são muito felizes no seu propósito, pois conseguem prender a atenção dos leitores ao texto, por usarem uma comunicação dinâmica e exemplos que servem de referências inteligentes, descritas em cada capítulo.

Iniciam a estória apartir de dois amigos que se reencontram após 54 anos, este detalhe, desperta a sensação de credibilidade à obra, ao mesmo tempo em que cria uma "polêmica" bastante interessante, onde experiências de vida bastante fundamentadas pelo tempo e vivência, são apresentadas aos leitores, criando uma atmosfera de desafio e nostalgia.

A aplicação da parábula dos dois cavaleiros, representando duas formas diferentes de se conseguir a Boa Sorte, além de fundamentar com exemplos práticos, a diferença da Sorte da Boa Sorte. Desta forma