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A Arte da Guerra

Trabalho por Marcelo Rodrigues, estudante de Administração @ , Em 31/05/2006

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A Arte da Guerrana Visão Administrativa


Introdução

Por mais que o livro tenha sido escrito há mais de 2500 anos é indispensável para administradores bem sucedidos pois mostra métodos para lidar com a concorrência ("inimigo") cada vez maior em ocasião da globalização mundial e com os empregados.


Capítulo I – Preparação dos Planos

Deve-se antes de qualquer apresto observar ao fatores dominantes do mercado, como situação, necessidade, etc. Observar se os funcionários estão aptos a desempenhar certas funções específicas, se estão treinados para a colocação da empresa no mercado a que se destina ou aumento da sua capacidade.

Além destes aprestos deve-se estar apto as constantes mudanças que o mercado possa vir a ter.

Capítulo II – Guerra Efetiva

Para se obter o sucesso ("vitória") no mercado deve-se conceder aos funcionários recompensas para que se empenhem ao máximo, aumentando assim a produção, e consequentemente o lucro e o crescimento da fatia do mercado em que se destina a empresa.

Outro um fator determinante é diligenciar para que os funcionários não sejam trocados e sim utilizar ao máximo a capacidade de cada funcionário, mostrando a eles a sua capacidade, motivando-os.

Mas para a utilização plena dos funcionários, contando com a satisfação dos mesmos, deve-se contar com suas necessidades básicas (pirâmide das necessidades de Maslow).

Outra importante contribuição é tratar os funcionários das empresas concorrentes com esmero, para que se houver necessidade, tornem-se seus aliados ou até futuros funcionários da sua empresa.

Capítulo III – A Espada Embainhada

Para o crescimento da empresa não é necessário aniquilar ou atacar os concorrentes, é preciso conquistar o mercado.

O sucesso ("vitória") só chega a quem sabe mandar, tendo ciência das condições atuais e auxiliando sempre na adaptação da empresa.

Para uma empresa que pretende almejar o crescimento, é obrigatório utilizar todo o tipo de mão de obra, adequando-a a setores específicos, sem menosprezo a qualquer função. Um chefe habilidoso tem tato para com os funcionários, prevê suas vontades e os mantêm preparados (especializados).

Deve-se conhecer o mercado em que se vai trabalhar, para a partir daí, obter resultados positivos.

Capítulo IV – Táticas

Para que a empresa não seja fadada a falência os seus donos e diretores("generais") devem conhecê-la, mas para ganhar a concorrência("inimigos") deve-se conhecer os concorrentes.

Uma empresa para obter sucesso deve estar na ofensiva, deve impor seu nome no mercado, mas não esquecendo nunca que todo o seu procedimento deve ser planejado.

Um bom administrador("general") não pode cometer erros, pois só assim será reverenciado. Não existe vitória completa se está conter erros.

E outra observação importante: para se controlar o sucesso é preciso ter tática.

Capítulo V – Energia

"Em princípio, comandar uma grande força é a mesma coisa que comandar alguns homens".

Para garantir que a empresa resista ao ímpeto da concorrência, devemos utilizar métodos diretos(de coordenação) e indireto(onde se obtêm a vitória). Para isto deve-se utilizar as misturas contidas nos diferentes apreços contidos nos funcionários para se obter um infindável números de métodos e práticas.

Um bom administrador("general") deve saber atacar e saber tomar decisões rápidas.

Outra importante tática é confundir a concorrência, mostrando por exemplo a aparente derrota.

Nunca se deve exigir muito dos indivíduos, para isso deve-se levar em conta o talento e capacidade de cada um, não exigindo perfeição e talento daquele que não têm.

Capítulo VI – Pontos Fracos e Fortes

Para atacar o concorrente, procure seus pontos fracos, faz o concorrente se mover, apressando-o a se defender. Utilize o método de comparação, compare a empresa concorrente com a sua, para saber os seus pontos fortes e fracos, procurando assim a vitória nas próprias táticas do inimigo.

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