AS 50 EMPRESAS QUE MUDARAM O MUNDO
1 - Microsoft Corporation
Você pode amá-la ou odiá-la, mas não há como negar: a Microsoft é atualmente a empresa mais poderosa do mundo. A Microsoft não é a maior do mundo nem a mais valiosa. Paul Allen viu o futuro em 1975 quando pegou uma cópia de Popular Mechanics com o Altair do MITS na capa. Gates também ficou entusiasmado e saiu da Harvard para seguir seu amigo no Novo México. Ambas foram atraídas pelo alvoroço do Altair. Esta não seria, é óbvio, a última vez que Gates e sua empresa seriam acusados de impor sua vontade ao mundo dos computadores.
Mais licenças para o Basic foram rapidamente negociadas, inclusive para os recém-lançados computadores Commodore PET e TRS-8o (juntamente com um destaque do norte da Califórnia chamado Apple). Quando os rendimentos aproximaram-se de US$ 400.000, Gates e Allen decidiram mudar seu centro de operações para Bellevue, Washington.
Após fazer um acordo com uma firma japonesa para começar a comercializar o Basic no exterior, os negócios da Microsoft começaram a se acelerar. A Microsoft então com 40 funcionários, inclusive um jovem executivo chamado Steve Ballmer, que havia chegado recentemente da Procter & Gamble não tinha nada do tipo em desenvolvimento. Sendo assim, Gates comprou um programa chamado QDOS (que significava Quick and Dirty Operating System Sistema Operacional Rápido e Sujo) da Seattle Computer Products por US$ 50.000. Sua empresa então o adaptou para satisfazer às necessidades da IBM e o rebatizou de MS-DOS (Microsofts Disk Operating System Sistema Operacional em Disco da Microsoft), e terminou no lugar exato com o produto certo quando as vendas do IBM-PC explodiram no seu lançamento, em 1981. Os rendimentos atingiram US$ 16 milhões e a base de funcionários triplicou para satisfazer a demanda.
Nos 16 meses seguintes à primeira oferta do MS-DOS, a empresa o licenciou para mais 50 fabricantes de hardware, e a Microsoft realmente decolou. Porém, conforme sua riqueza crescia e o poder da empresa aumentava, o mesmo ocorria com as queixas sobre a Microsoft. O final da década de 1980 testemunhou o avanço rápido e contínuo da Microsoft. A Microsoft acreditava que ele mudaria o mundo do computador pessoal para sempre e o lançou em uma campanha publicitária de US$ 100 milhões. Essa marca impressionante foi atingida enquanto a Microsoft celebrava seu 15º aniversário. O sucesso da Microsoft e os protestos que acompanharam seu caminho multiplicaram-se durante a década de 1990. Milhões de pessoas em dezenas de países passaram a usar o Windows, conforme as atualizações do software foram disponibilizadas. Os rivais, entretanto, reclamavam cada vez mais de suas práticas, mesmo depois que um acordo com o Departamento de Justiça dos EUA levou à alteração de alguns procedimentos controversos da empresa.
A Microsoft marcou seu 20º aniversário com o lançamento do Windows 95 que finalmente se tornou comparável em facilidade de uso ao sistema operacional da Apple. A Microsoft acoplou seu novo navegador Internet Explorer nesta versão para combater seu atraso em relação ao competidor Netscape no campo de batalha cada vez mais quente do espaço cibernético. Elas lançaram o serviço online Microsoft Network para captar a fatia de mercado do líder América Online. Gates duplicou seu empenho em softwares relacionados à internet, mas seu progresso trouxe ainda mais inspeção governamental sobre a empresa. No ano seguinte, foi ordenado que a Microsoft fosse dividida em duas empresas separadas: uma para cuidar dos sistemas operacionais e a outra para cuidar dos aplicativos. A companhia protestou com veemência e, no meio do ano 2000, a Corte Suprema dos EUA declarou que um longo processo de apelação deveria ser realizado antes que qualquer resolução fosse determinada.
Observadores concluíram que a
Ferramenta