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A Arte da Guerra - James Clavell

Trabalho por Letícia Maria Bacci Bizetto, estudante de Administração @ , Em 13/11/2005

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ARTE DA GUERRA – SUN TZU


"A arte da guerra é de importância vital para o Estado". É uma questão de vida ou morte, um caminho tanto para a segurança como para a ruína. Assim, em nenhuma circunstância deve ser negligenciada.

Dessa maneira, apenas o governante esclarecido e o general criterioso usarão as mais dotadas inteligências do exército para a espionagem, obtendo, dessa forma, grandes resultados. "


CAP I - PREPARAÇÃO DOS PLANOS

A Arte da Guerra é governada por cinco fatores constantes: a Lei Moral; o Céu; a Terra; o Chefe; o Método e a Disciplina.

A Lei Moral: ganhar do povo confiança e admiração, através de atitudes pessoais corretas. Desta forma todos seguirão sem medo. O Céu: significa as mudanças que estão sujeitas com relação ao tempo e estações do ano. A Terra: o caminho a ser percorrido, a escolha correta do terreno. O Chefe: significa o líder da equipe com todas as suas qualidades e capacitações. O Método e disciplina: divisão hierárquica por onde será colocada em prática todas as fases da estratégia.

Em situação de guerra, deve-se enganar os inimigos, fingindo incapacidade, desorganização, fraqueza. Antes de travar o combate, o general deve fazer muitos cálculos, para ter certeza da vitória.


CAP II - GUERRA EFETIVA

Não devemos estipular metas a longo prazo sem que haja a avaliação e a recompensa de forma periódica, ou seja, o objetivo é de longo prazo, porém, os resultados positivos devem ser divulgados e comemorados em prazos menores, a fim de mostrar a toda a equipe que os objetivos estão sendo alcançados e para que o entusiasmo não se perca pelo caminho.

Depois de declarada a guerra, é importante obter uma vantagem de tempo, ou seja, estar à frente do adversário. Portanto, é necessário calcular o abastecimento e suprimentos, para que isso não seja uma preocupação. Sempre que possível, tome as provisões do inimigo.

Durante o combate, os soldados devem ser provocados e levados à ira, para que percebam a vantagem de matar o inimigo. Devem ser recompensados com os bens conseguidos. Os soldados capturados devem ser mantidos e tratados com bondade, para aumentar a própria força.


CAP III - A ESPADA EMBAINHADA

A situação ideal é aquela em que se consegue impedir os planos do inimigo, pois assim quebrará sua resistência e a luta não será necessária. Deste modo é possível tomar o país e o exército totalmente intacto. O essencial é que se conheça o inimigo, os pontos fortes e fracos, sem se sujeitar à riscos, para que a estratégia seja traçada em alicerces firmes e a preparação do general levará ao sucesso ou fracasso.

O general deve estar ciente do poder de adaptação que as pessoas possuem, como também, saber aproveitar cada elemento com o seu talento que difere de um para o outro, sabendo encaixá-lo para desenvolver atividades conforme sua aptidão. O soldado prudente terá prazer em aplicar seu mérito, o bravo sua coragem em ação, o cobiçoso é rápido em tirar vantagens e o burro não teme a morte.


CAP IV - TÁTICAS

Antes de qualquer coisa, os bons guerreiros garantem uma posição que esteja fora da possibilidade de derrota, para então esperar a oportunidade de atacar o inimigo. Para evitar a derrota é necessário adotar uma tática defensiva, para derrotá-lo deve-se tomar a ofensiva.

A melhor tática a ser aplicada é a tática da ofensiva. Ser ofensivo é colocar-se em uma posição que torna a derrota impossível, sem perder a oportunidade de acabar com a força de