20 Perguntas do Capitalismo Ligado ao Socialismo
EVOLUCÃO DA CIÊNCIA ECONÔMICA
A evolução da Ciência Econômica, por razões didáticas, pode ser dividida em quatro grandes fases: a primeira vai de seus primórdios à Escola Fisiocrática; a segunda, de 1750 ao decênio marcado pela revolucão marginalista ou pelo nascimento da análise econômica moderna; a terceira, de 1870 ao início da "Grande Depressão"__ que evidenciou as falhas mais importantes da "máquina capitalista" e suscitou verdadeira "crise de consciência" entre os economistas; e a quarta, de 1929 aos nossos dias.
PRECURSORES DA TEORIA ECONÔMICA
MERCANTILISMO
O mercantilismo (1450-1750) imprimiu ao pensamento econômico preceitos de administração pública que os governantes deveriam usar para aumentar a riqueza nação e do príncipe. Durante os três séculos de mercantilismo, a economia das nações da Europa Ocidental era baseada na unidade nacional e na exportação de todos os recursos econômicos, sob o controle e a direção do Estado.
As transformações que marcaram o inicio do mercantilismo foram as transformações intelectuais, religiosas, do padrão de vida, políticas, geográficas e econômicas.
LIBERALISMO
O liberalismo econômico inicia-se na fase científica da Economia, em que as grandes nações passam por profundas transformações, como a Revolução Industrial, manifestações favoráveis às reformas administrativas, aumento das perspectivas nos setores das ciências morais, físicas e matemáticas. Esses progressos em diversos aspectos, contribuíram para a forma ção de novas teorias econômicas que suplantassem as do período pré-científico da Economia. Escola Fisiocrata e a Escola Clássica foram as duas mais significativas correntes liberais do século XVIII.
ESCOLA FISIOCRATA
A fisiocracia empolgou tout Paris e Versalhes de 1760 a 1770, surgiu e desapareceu como um meteoro, em trono do Dr. Quesnay, medico da corte que no Quadro econômico representou de modo simplificado, o fluxo de despesas e de bens entre as diferentes classes sociais.
ESCOLA CLÁSSICA
A teoria de Adam Smith (1723-1790) voltava-se freqüentemente para o operário e o trabalhador da terra, opondo-se aos privilégios e à proteção estatal que apoiavam o "sistema mercantil".
Smith confiava no egoísmo inato dos homens e na harmonia natural de seus interesses, apoiava a suposição de que a concorrência maximiza o desenvolvimento econômico e de que os benefícios do desenvolvimento seriam partilhados por toda a sociedade.
O MARXISMO
Karl Marx (1818-1883) modificou a análise do valor, desenvolveu conceitos que se tornaram muito conhecidos (como, por exemplo, o de mais-valia, capital variável, capital Constante, exército de reserva industrial e outros), analisou a acumulação do capital, a distribuição da renda, as crises econômicas etc.
ESCOLA NEOCLÁSSICA
Knut Wicksell (1851-l926) apresentou importantes contribuições à análise do valor e da distribuição. Deu ênfase ao papel da moeda e do crédito na atividade econômica, a moeda era considerada um simples "véu" que cobria as trocas de bens, mostrou que tais questões , até então relegadas a plano secundário, aumentavam de importância e complexidade à medida que se dependia cada vês mais dos bancos como criadores de meios de pagamentos, Wicksell integrou a análise monetária a análise real.
ESCOLA KEYNESIANA
No conturbado período entre as duas Grandes Guerras, surgiu John Maynard Keynes (1883-1946), cujas obras apresentaram um programa de ação governamental para a promoção do pleno emprego. Foi tal o impacto que produziram, que a atuação de Keynes e de seus continuadores passou a ser cognominada de "Revolucão Keynesiana".
Terminada a Guerra Keynes participou ativamente dos trabalhos de criação do FMI e do Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento, pois os países industrializa dos do mundo ocidental, estavam abalados por séria crise no pós-guerra, que ocasionou eleva dos níveis de desemprego
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