Cromatografia Líquida de Alta Eficiência
Introdução
Princípios de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência
A cromatografia Líquida de alta eficiência (CLAE) é talvez o mais importante membro de uma família inteira de técnicas de separação. O seu emprego em vários laboratórios é considerado atualmente indispensável. Conhecer suas vantagens, limitações componentes e os critérios de escolha entre as opções de equipamentos é uma obrigação dos profissionais de laboratórios químicos, farmacêuticos, bioquímicos e outros.
Vários nomes tem sido utilizado para denominar esta técnica de cromatografia líquida: alta velocidade, alta pressão, alto desempenho, alta resolução e alta eficiência. O nome mais aceito e utilizado em português é "Cromatografia Líquida de Alta Eficiência" (CLAE).
A CLAE utiliza instrumentos muito sofisticados que podem ser totalmente automatizados. É um tipo de cromatografia líquida que emprega pequenas colunas, cheias de materiais especialmente preparados e uma fase móvel que é eluída sob altas pressões.
Na CLAE emprega-se uma coluna fechada, reaproveitável; portanto, até centenas de separações individuais podem ser realizadas com a mesma coluna, se bem que em alguns casos é necessário regenerá-la após algumas separações. Desde que o custo de uma coluna individual pode ser distribuído por um grande número de amostras, é possível utilizar colunas com recheios de altas resolução, porém, mais caros e necessitando mais tempo em um enchimento cuidadoso da coluna para obter melhores resultados. Estas colunas são muito eficazes, mais oferecem uma grande resistência à vazão da fase móvel, ou seja, ela sofre uma grande perda de carga. Por esta razão é necessário empregar sistemas de bomba de alta pressão (até 400 bars) que fazem a fase móvel migrar a uma velocidade razoável através da coluna. A vazão da fase móvel é controlada facilmente, resultando em operação mais reprodutíveis, que tornam as análises executadas pela CLAE mais precisas. Uma injeção precisa da amostra é conseguida rapidamente, usando uma microseringa (para injeção com pressão de até 50 bar) ou uma válvula de injeção . vários tipos de detectores, que podem ser contínuo da composição do efluente, o que permite obter um cromatograma similar aos obtidos em cromatografia gasosa e que se utiliza para identificar e quantificar os componentes das amostras.
HPLC
CROMATOGRAFIA - Pode ser conceituada como um método físico-químico de separação, no qual os constituintes da amostra a serem separados são particionados entre duas fases, uma estacionária, geralmente de grande área e a outra um fluido insolúvel, na fase estacionária que percola através da primeira.
HISTÓRICO
Em 1897, David Talbot Day Demonstrou que frações de petróleo quando passadas através de terra Fuller fracionavam alterando a composição.
Os principais marcos na evolução da cromatografia foram:
1903 Tswett Fenômenos de adsorção em colunas.
1931 Kuhn, Lederer e Winterstein Primeiras separações preparativas de importância.
1938 Izmailov e Shraiber Cromatografia em camada fina.
1941 Martin e Synge Cromatografia de partição líquido-líquido CLL.
1944 Consden, Gordon e Martin Cromatografia em papel.
1949 speeding e Tompkins Cromatografia de troca iônica.
1952 James e Martin Cromatografia a gás.
1957 Golay Colunas capilares para CG.
1959 Porath e Flodin Cromatografia por exclusão por tamanho.
1966 Piel Cromatografia a líquido moderna.
CROMATOGRAIFIA A LÍQUIDO DE ALTO DESEMPENHO CLAD
PERFOMANCE LIQUID CHROMATOGRAPHY HPLC
Com a evolução da cromatografia, a cromatografia a líquido necessitava de uma tecnologia muito diferente
Ferramenta