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Cromatografia Líquida de Alta Eficiência

Trabalho por Aderson Rodrigues Pessoa junior, estudante de Química @ , Em 22/04/2003

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Cromatografia Líquida de Alta Eficiência


Introdução


Princípios de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência

A cromatografia Líquida de alta eficiência (CLAE) é talvez o mais importante membro de uma família inteira de técnicas de separação. O seu emprego em vários laboratórios é considerado atualmente indispensável. Conhecer suas vantagens, limitações componentes e os critérios de escolha entre as opções de equipamentos é uma obrigação dos profissionais de laboratórios químicos, farmacêuticos, bioquímicos e outros.

Vários nomes tem sido utilizado para denominar esta técnica de cromatografia líquida: alta velocidade, alta pressão, alto desempenho, alta resolução e alta eficiência. O nome mais aceito e utilizado em português é "Cromatografia Líquida de Alta Eficiência" – (CLAE).

A CLAE utiliza instrumentos muito sofisticados que podem ser totalmente automatizados. É um tipo de cromatografia líquida que emprega pequenas colunas, cheias de materiais especialmente preparados e uma fase móvel que é eluída sob altas pressões.

Na CLAE emprega-se uma coluna fechada, reaproveitável; portanto, até centenas de separações individuais podem ser realizadas com a mesma coluna, se bem que em alguns casos é necessário regenerá-la após algumas separações. Desde que o custo de uma coluna individual pode ser distribuído por um grande número de amostras, é possível utilizar colunas com recheios de altas resolução, porém, mais caros e necessitando mais tempo em um enchimento cuidadoso da coluna para obter melhores resultados. Estas colunas são muito eficazes, mais oferecem uma grande resistência à vazão da fase móvel, ou seja, ela sofre uma grande perda de carga. Por esta razão é necessário empregar sistemas de bomba de alta pressão (até 400 bars) que fazem a fase móvel migrar a uma velocidade razoável através da coluna. A vazão da fase móvel é controlada facilmente, resultando em operação mais reprodutíveis, que tornam as análises executadas pela CLAE mais precisas. Uma injeção precisa da amostra é conseguida rapidamente, usando uma microseringa (para injeção com pressão de até 50 bar) ou uma válvula de injeção . vários tipos de detectores, que podem ser contínuo da composição do efluente, o que permite obter um cromatograma similar aos obtidos em cromatografia gasosa e que se utiliza para identificar e quantificar os componentes das amostras. 


HPLC

CROMATOGRAFIA - Pode ser conceituada como um método físico-químico de separação, no qual os constituintes da amostra a serem separados são particionados entre duas fases, uma estacionária, geralmente de grande área e a outra um fluido insolúvel, na fase estacionária que percola através da primeira.


HISTÓRICO

Em 1897, David Talbot Day – Demonstrou que frações de petróleo quando passadas através de terra Fuller fracionavam alterando a composição.

Os principais marcos na evolução da cromatografia foram:

1903 – Tswett – Fenômenos de adsorção em colunas.

1931 – Kuhn, Lederer e Winterstein – Primeiras separações preparativas de importância.

1938 – Izmailov e Shraiber – Cromatografia em camada fina.

1941 – Martin e Synge – Cromatografia de partição líquido-líquido – CLL.

1944 – Consden, Gordon e Martin – Cromatografia em papel.

1949 – speeding e Tompkins – Cromatografia de troca iônica.

1952 – James e Martin – Cromatografia a gás.

1957 – Golay – Colunas capilares para CG.

1959 – Porath e Flodin – Cromatografia por exclusão por tamanho.

1966 – Piel – Cromatografia a líquido moderna.


CROMATOGRAIFIA A LÍQUIDO DE ALTO DESEMPENHO – CLAD


PERFOMANCE LIQUID CHROMATOGRAPHY – HPLC

Com a evolução da cromatografia, a cromatografia a líquido necessitava de uma tecnologia muito diferente