AVICULTURA
A avicultura no Brasil surgiu no século passado, por volta de 1860, mas só nos últimos anos com o cruzamento de raças e o melhoramento na forma de criação, foi que aconteceu uma maior aceitação interna e externamente.
No princípio, as criações eram de forma simples voltada para o consumo interno, pouco importando a qualidade do produto, mas com o passar do tempo, houve um aumento da exigência do consumidor obrigando os produtores e abatedouros a melhorar a qualidade de seus produtos. Melhorias que vão desde vacinação, formas de abate (exportação para países Árabes), e principalmente higiene. (uma das causas de morte das aves).
Do amplo de vista empregatício citar que, a avicultura, no Rio Grande do Sul é responsável por 38.000 empregos e 780.000 indiretos; 8.000 produtores integrados (mini e pequenos produtores).
De maneira geral o preço final do frango está baixando, e o que leva a essa queda vai desde a baixa do preço do milho (principal componente da ração) à incentivo governamental. Não podendo confundir com "Guerra fiscal" ( um dos principais problemas de conflitos entre os Estados).
Pode-se citar também como desvantagem, a concorrência, que quando feita por produtores independentes sem experiência e preparo, inflacionam o mercado, consumindo abusivamente equipamentos a ração obrigando uma queda ilusória dos preços.
Esse trabalho, tem a finalidade de mostrar de forma simples os custos da avicultura de corte de empresas no Brasil, foram feitas várias análises e pegamos como base a avicultura do Rio Grande do Sul.
Embora haja certo consenso quanto as principais tendências a partir da globalização financeira, comercial e produtiva, há divergência quanto à novidade do fenômeno e também quanto à forma de inserção. O grande aumento dos fluxos de recursos em nível internacional, acoplado ás transformações referentes ao avanço nas áreas de comunicação e ás inovações tecnológicas , significou mudanças extraordinárias nos modelos de organização e administração. Decorrente das mudanças no padrão de concorrência á nível mundial, essas implicaram reformulação dos setores tradicionais e criação de novos setores com os países em desenvolvimento experimentando uma reestruturação das suas economias e das empresas , em função do fluxo de investimentos diretos destinados a eles, e do processo de abertura das suas economias , que tem implicado aumento de eficiência , do coeficiente de importações e de fomentar as exportações como desafios para desafios para empresa e governos.
No Brasil , durante a década de 90, buscando adaptar-se aos novos rumos foram implementadas políticas de reestruturação e libertação, tendo como pano de fundo o novo paradigma industrial, fortemente baseado nas mudanças provocadas pela globalização e pela revolução telemática. A conseqüência foi colocar as empresas nacionais a uma maior exposição ao mercado internacional, o que obrigou a buscarem padrões de competitividade, tendo como parâmetro o mercado externo, o que implicou profundos ajustes na produção brasileira. Em função desses ajustes as empresas foram empurradas para a obtenção de ganhos substanciais de produtividade que em grande parte, foram repassados aos preços finais, transformando o mercado, que passou a contar com uma oferta mais qualitativa e diversificada de produtos e preços mais competitivos.
Assim, os anos 90 marcaram profundas transformações no aparato técnico produtivo em diversos segmentos industriais em nível mundial. A industria agroalimentar está envolvida nesse processo de mudanças tecnológicas e reestruturação industrial, ademais tem uma dinâmica ditada por um conjunto de atores que extrapola o âmbito específico da produção de carnes na medida em que está inter-relacionada com a agrocultura a distribuição e o consumo, sendo que as transformações nessas industrias também atingem a industria de processamento e vice-versa.
Dentro do setor, o seguimento de frango é o que mais sofreu alterações, tais como o desenvolvimento de
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