DIAGNÓSTICO DA BEBIDA DO CAFÉ EM UM SISTEMA COOPERATIVISTA
Garça São Paulo Brasil
2006
Dedico essa obra a Nádia, minha filha querida.
Que me dá forças para lutar e viver.
Minha fonte de alegria
AGRADECIMENTOS
Primeiramente a Deus por essa oportunidade de vida, por seu amor incondicional, sua presença em todos os momentos.
Aos meus pais Hernani e Rosa pela educação, valores e apoio.
Às minhas queridas tias Haydee, Eugênia e Luci pelo apoio e contribuição nas horas mais difíceis, em momentos que pareciam perdidos e sem forças pra continuar.
Ao meu grande amigo e professor Vagner por seus conselhos e por sua amizade, que mesmo distante sempre esteve presente.
Ao meu orientador Handrey por seu auxilio e disposição.
Aos coordenadores do curso de Agronomia Gisleine e Júlio César
À Coopemar pela oportunidade de estágio e experiência profissional e seus colaboradores Valter pela dedicação, amizade e auxilio durante o estágio no setor de classificação e beneficiamento do café e ao Aurélio, supervisor de estágio, amigo, paciente.
À faculdade, não só pela formação profissional, mas pelos amigos que a partir dela se eternizarão nas lembranças e no coração.
Aos meus grandes e eternos amigos Vanessa, Juliana, Alini e Marcelo, pela amizade e companherismo.
E por ultimo e não menos importante agradeço ao Fábio, por seu carinho, dedicação, companheirismo, por estar sempre ao meu lado e por ser meu porto seguro.
CAPÍTULO 1 CONSIDERAÇÕES GERAIS
1.1. O sistema cooperativista
Cooperativa é uma associação autônoma de pessoas unidas voluntariamente para fazer frente às suas necessidades e aspirações econômicas, sociais e culturais comuns por meio de uma empresa de propriedade conjunta e democraticamente controlada. Baseando-se nos valores de ajuda mútua, responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade. Seguindo a tradição de seus fundadores, seus membros acreditam nos valores éticos de honestidade, transparência, responsabilidade social e preocupação com os demais.
Seus principais valores são: adesão voluntária; gestão democrática e livre; participação econômica dos membros; autonomia e independência; educação, formação e informação; intercooperação e interesse pela comunidade.
"A teoria e o movimento oficialmente reconhecido do cooperativismo, teve origem na Inglaterra, no período da Revolução Industrial, pela organização dos trabalhadores, no ano de 1844, diante do desemprego e dos baixos salários, em Rochdale, um bairro da cidade de Manchester, 28 tecelões se reuniram para comprar coletivamente produtos de primeira necessidade, incluindo alimentos. Formaram, então, a Sociedade dos Probos Pioneiros de Rochdale, conhecida como primeira cooperativa da história. A experiência dos trabalhadores da Inglaterra difundiu-se para outros países, influenciando a organização de cooperativas de trabalho na França e as cooperativas de crédito na Alemanha. Mais tarde, essas experiências foram difundidas pelo mundo inteiro e, atualmente, as cooperativas são reconhecidas legalmente como uma forma de organização no Brasil" ANDRIOLI (2002),
As cooperativas podem ser organizadas nos mais diferentes setores da economia, no campo e na cidade. Enquanto na primeira metade do século XX a maioria das cooperativas estavam ligadas à agricultura, no atual período as cooperativas urbanas é que estão em maior expansão. Isso pode ser explicado pela crise e descrédito por que passam as cooperativas rurais, o êxodo rural e a maior emergência de problemas sociais nas cidades. Podemos afirmar que em torno de qualquer problema econômico ou social é possível constituir uma cooperativa. Assim, pela diversidade de possibilidades de atuação, as cooperativas se apresentam como alternativa para a resolução de problemas decorrentes do desemprego. Apesar das dificuldades que os trabalhadores enfrentam e dos direitos trabalhistas que, por vezes, são prejudicados, as cooperativas apresentam um conjunto de vantagens aos trabalhadores que, possivelmente, sem elas, estariam numa condição de vida mais precária.
Se o cooperativismo, por um lado, reproduz a lógica da terceirização ou da precarização das relações
Ferramenta