TERATOLOGIA
INTRODUÇÃO
Quando uma mãe vê seu filho com anormalidades que o prejudicarão futuramente, logo irá se culpar, culpar o pai, a família e até Deus. Este raciocínio é típico de pessoas que não sabem o que há de errado a sua volta, indiciando a primeira lógica que vier a sua cabeça. O objetivo deste trabalho é com que estas reações ditas anteriormente não se repitam, portanto ao ler este trabalho será visto o que aconteceu de errado para que o resultado fosse anormal do desejado, evitando um dos objetivos da vida hoje, que é "crescei-vos e multiplicai-vos".
Seguindo o decorrer deste trabalho você descobri muitas doenças, suas causas e alguns dos efeitos dos agentes teratógenos. A primeira malformação foi identificada pela falta de vitamina A, e assim começaram a identificar outros produtos que quando tomados ou não tomados fazem existente a patologia no feto, outros fatores também atuam como a falta de hormônios, a mudança drástica de temperatura, clima, etc.
Este tema é muito amplo, neste trabalho há listas e listas de doenças teratológicas, não é necessário decorar cada uma de cada animal, muitas se parecem e sabendo a matriz de uma doença já se evitam várias outras, isto leva a se saber que identificar anormalidades não é lá tão difícil, o principal para evita-las é a prevenção, a maioria dos fetos com anomalias são abortados, e a cura de outras é bastante improvável.
1.CONCEITO
Entende-se por Teratologia (do grego téras, tératos = prodígio + logos = estudo) o ramo da Patologia que estuda os defeitos congênitos dos seres. Também são denominados vícios de formação, malformações congênitas, anomalias congênitas, vícios orgânicos, vícios de conformação, deformidades congênitas e anormalidades congênitas.
Teratogenia é a parte da Teratologia que estuda a gênese dessas anomalias.
Cinqüenta anos atrás, acreditava-se geralmente que o útero era uma barreira quase inexpugável que protegia o embrião de agressões ambientais. As malformações congênitas eram, por exclusão, consideradas de origem genética. ("Congênita" significa apenas "presente ao nascimento", sem indicar uma causa).
Uma das primeiras contestações desse ponto de vista foi feita pelo oftalmologista australiano, Gregg, em 1941, que observou um número incomum de cataratas em crianças que ele assistia e uma história de infecção materna com rubéola durante a gravidez. A surdez e malformações cardíacas foram logo reconhecidas como efeitos teratogênicos adicionais da rubéola materna. Quase ao mesmo tempo, Josef Warkany, pediatra vienense de Cincinnati, iniciou uma clássica série de estudos que assentaram a fundação da teratologia experimental em mamíferos. Ele mostrou que uma deficiência alimentar materna da vitamina riboflavina poderia causar malformações na prole das mães ratas deficientes. Um padrão diferente de malformações foi produzido pela vitamina A. Estava claro, enfim, que os agentes ambientais podiam causar dano ao embrião.
No início da década de 50, demonstrou-se que outro agente ambiental, a hipoxia materna, poderia causar malformações na prole de mães ratas ou camundongos expostas, e o pêndulo de opiniões começou a oscilar para a visão de que defeitos ao nascimento eram, de modo geral, causados por agressões ambientais.
A primeira droga que se demonstrou ser teratogênica em animais de laboratório foi a cortisona, e o grupo de McGill trouxe a genética de volta ao cenário das malformações ao mostrar que a freqüência da fenda palatina induzida por cortisona em camundongos dependia do genótipo.
Descobriu-se que muitas outras substância, incluindo drogas como aspirina e anti-histamínicos, eram teratogênicas em animais de laboratório, mas apenas no que foi chamado de doses "cavalares", bem fora da faixa que costuma ocorrer em pessoas, e havia pouca preocupação sobre a possibilidade de as drogas serem teratogênicas -
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