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Adaptações Domiciliares par a Terceira Idade

Trabalho por Karina Ferreira Costa Gomes, estudante de Terapia Ocupacional @ , Em 10/06/2006

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ADAPTAÇÕES PARA A TERCEIRA IDADE


1. INTRODUÇÃO

O principal indicador do risco de quedas são as dificuldades com o equilíbrio e com a mobilidade e esses problemas são mais freqüentes nas pessoas debilitadas da terceira idade que apresentam mobilidade ao lado de instabilidade, além da fraqueza e falta de condicionamento muscular. As quedas podem causar desde lesões leves, como contusões e torsões, até muito graves, como danos cerebrais e fraturas, além de efeitos psicológicos negativos, tais como medo de cair de novo e falta de confiança, que repercutem sobre a autonomia e independência funcional e, em conseqüência disso tudo, diminuição na qualidade de vida. Por isso se faz necessário o uso de adaptação no lar.


2. IDOSO

O idoso caracteriza-se pelo processo de envelhecimento por modificações na estrutura fisiológicas, sendo heterogêneo no seu âmbito geral (meio social, estilo de vida, situação sócio-econômica,...).


3. ADAPTAR

O objetivo de adaptar é proporcionar segurança e melhor qualidade de vida.

Frente ao envelhecimento da população à atenção domiciliar surge como uma nova alternativa, que beneficia especialmente os idosos e ou incapacitados crônicos. A manutenção da capacidade funcional do paciente, não é um a tarefa singular, exige uma pluridade de profissionais, integrados visando à elaboração de um plano com metas que considere tanto suas capacidades e limites funcionais, quanto próprios objetivos.


4. ADAPTAÇÕES DOMICILIARES

a. Domicílio

Este ambiente conhecido impregnado de histórias pode, no entanto, ter problemas em sua manutenção e ou oferecer barreiras arquitetônicas, que limitem ou impossibilitem a mobilidade do idoso, além de expô-lo a situação de risco, agravando ou desencadeando processos patológicos.

O contexto ambiental e suas variáveis devem ser um dos pilares de sustentação dos programas de atenção à saúde do idoso. Todavia cuidados devem ser tomados para que esta atenção não favoreça uma situação de confinamento ou "asilamento domiciliário".

O ambiente domiciliar é construído do longo de toda a vida levando-se em conta as expectativas pessoais, normas sociais e culturais, padrões estéticos, funcionalidade e condições econômicas.

Algumas situações ambientais adversas podem levar um idoso à queda, acidentes, dependência, depressão e desuso e inatividade, devido às alterações ocorridas no processo de envelhecimento, pois há uma diminuição na sua capacidade visual, auditiva, perceptiva, motoras entre outras.

b. Habitação Compatível

Com a observação das barreiras e riscos que o ambiente domiciliar apresenta procura-se obter através de adaptações uma casa funcional capaz de proporcionar segurança e melhor qualidade de vida.

Com a alta incidência de quedas entre os idosos nos seus domicílios sugere adequações em casa:

Nas superfícies molhadas e escorregadias opta-se por uma colocação de piso antiderrapante em toda a casa e tapetes de boa aderência ao piso; Corrimãos junto a escadas, rampas, portas de vias de acesso; localização de interruptores com sinais luminosos durante a noite e censores de movimentos em vias de acesso para diferentes áreas da casa para ajudar nos deslocamentos. A intensidade da iluminação tanto natural quanto artificial deve ser aumentada nas áreas de trabalho e transição devido à gradativa perda de visão que ocorre com o passar dos anos; Um aparador junto à porta da sala para guardar as chaves para facilitar sua localização em casos de emergência e evita a sua perda, pois se sabe que a diminuição do número de neurônios leva a uma possível diminuição da memória;

c. No banheiro

Devem-se colocar bancos de transferências, chuveiros manuais, barras de apoio lateral e paralelo ao vaso, no box são sugeridos barras de segurança, assento fixo para lavar os pés, portas toalhas e suporte para xampu fixo e de fácil