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Alimentação Alternativa

Trabalho por Sabrina Peral, estudante de Nutrição @ , Em 01/01/2002

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Alimentação Alternativa

   A alimentação alternativa do neonato é usado até que condições físicas atinjam estabilidade, tais como; estabilidade cardíaca, respiratória e gástrica. Enquanto isso não ocorre, a nutrição do recem nato pode ser garantida pela alimentação intra venosa ou parenteral, principalmente para aquele de baixo peso. Assim que o bebê apresente as condições clínicas e funcionais necessárias inicia-se a transição para alimentação paraenteral(diminuindo gradativamente o insumo via interal).

Na via oral antes de fornecer os nutrientes a esta criança é necessário que se faça uma avaliação baseada na eficiência da motilidade intestinal, quando julgada pelos ruídos intestinais, pelo tipo normal de defecação e pela falta de distenção abdominal. Na presença de sinais de obstrução anatômica ou funcional, os nutrientes devem ser administrados pela via parenteral.

É também necessário decidir se o recém nascido pode tolerar dietas intermitentes com volume relativamente pequeno como sua única fonte calórica. As crianças que cresceram adequadamente, e que tem mais de 34 semanas de idade gestacional, geralmente tem reservas de energia que, embora escassas, podem ser suficiente para tolerar os intervalos de 3 horas entre as refeições. Por outro lado os recém natos demasiado pequenos para idade gestacional, embora fisicamente capazes de ingerir volumes maiores de fórmula, não devem ter reservas adequadas de energia para tolerar o período entre as refeições. Esse recém nascidos podem exigir uma suplementação calórica parenteral além da refeição oral, ou uma das técnicas de alimentação não parenteral- (contínua).

Tipos de sondas:

Podem ser classifiacadas em duas grandes caregorias:

  • As que atravessam a orofaringe( naso gastrica / orogastrica) gavagem.
  • E as que não o fazem(sonda gastrica).


A sonda orogastrica é utilizada no recém nascido que apresenta alguma dificuldade respiratória, uma vez que a sonda nasal diminui a luz de uma das narinas e assim interfirindo a ventilação do bebê.

Os neonetos também podem ser alimentados por sonda jejunal; onde a técnica é a introdução da sonda de silicone no nariz, atravessando o estômago e desembocando diretamente no intestino delgado.


Gavagem intermitente:

Para o recém nato que não tem capacidade de sucção, mas que possuem função gastrintestinal adequada, deve ser instituida a alimentação por gavagem.

O cateter é passado por via oral ou nasal para o estômago. A posição é confirmada pela injeção de uma pequena bolha de ar que desliza para o estômago. É medido o liquido gástrico residual, e o leite escorre por ação da gravidade. Forçar o leite sob pressão aumenta a probabilidade de distenção gástrica, de regurgitação e de aspiração. Parece não haver vantagem em água ou água glicosada na primeira alimentação por gavagem, uma vez, quando misturado com líquido gástrico, todos os materiais parecem ter o mesmo potencial de toxidez pulmonar.

Entretanto na alimentação pela gavagem, pode ser utilizada uma abordagem mais racional para avaliar o esvasiamento gástrico e para determinar o volume das refeições subsequentes. Antes de cada refeição, é aspirado e medido o volume residual da refeição anterior.

O maior problema na alimentação por gavagem é o aparecimento ocasional de bradicardia observado durante a passagem do tubo. Essa bradiacrdia pode estar associada a apneia e cianose.

Geralmente, uma vez que o tubo está no lugar, a bradicardia não persiste. Nessas crianças sencíveis, pode ser aconcelhável deixar o tubo da gavagem no lugar entre as refeições. Na maioria dos casos, entretanto, o tubo deve ser removido entre as refeições para evitar o fenômeno da retirada parcial do cateter do esôfago, ulcerações nasais, irritação gástrica e o aumento da resistência das vias aéreas nasais.

Quando o tubo é deixado no lugar entre as refeições, as extremidades proximal e distal devem ficar para permitir a descompressão gástrica e também impedir a regurgitação de conteúdos gástricos para o esôfago.