Fazer pesquisa em uma ou mais carreiras específicas:

Administração Agronomia Arquitetura Arquivologia Arte Astronomia Biblioteconomia Biologia
Bioquímica Cinema Ciências Sociais Colegial Comunicação Contabilidade Desenho Industrial Direito
Diversos Economia Educação Física Enfermagem Engenharia Estatística Farmácia Filosofia
Fisioterapia Fonoaudiologia Geografia História Hotelaria Informática Letras Marketing
Medicina Nutrição Odontologia Pedagogia Produção Cultural Psicologia Química Rel. Internacionais
Secretariado Executivo Serviço Social Terapia Ocupacional Turismo Veterinária Zootecnia


Compartilhe

Tag Cloud

Motivação Sexual x Alcool

Trabalho por Anônimo, estudante de Medicina @ , Em 22/04/2003

5

Tamanho da fonte: a- A+

Motivação Sexual x Álcool


APRESENTAÇÃO

Com o presente documento é possível conhecer um pouco da relação entre álcool-desejo, desempenho sexual (motivação sexual ) em um indivíduo sob o efeito do álcool.

São apresentados os efeitos no sistema nervoso central (SNC) e os efeitos do álcool na motivação sexual.
Esperamos que todas as pessoas que tenham acesso a este material, possam compreender um pouco de um indivíduo sob o efeito do álcool.

1. Introdução:

Em primeiro lugar deve-se esclarecer a diferença entre um bebedor social e um alcoólatra. Segundo o professor de psiquiatria Donald W. Goodwin, da Universidade do Kansas, "alcoólatra é a pessoa que bebe, tem problemas crescentes pelo fato de beber, quer parar de beber, mas continua bebendo". As pessoas bebem por questões psicoemocionais e criam dependência por questões fisiológicas. O que existe é um fator genético de predisposição ao consumo excessivo de álcool. Em outras palavras, geneticamente, ninguém tem compulsão para a bebida - ou, como escreveu a revista americana US News & World Report, "nenhum gene pode fazer com que você compre uma garrafa de uísque, a verta em um copo e a tome toda" , mas com o passar do tempo a pessoa com predisposição genética cria tolerância ao álcool. Do ponto de vista do diagnóstico de alcoolismo, porém, o que conta não é a quantidade de álcool ingerida, e sim o conjunto de sintomas que disso resulta. Winston Churchill, por exemplo bebeu mais do que vários alcoólatras juntos ao longo de toda a sua vida e foi considerado mero "bebedor social". Por sorte sua, pesava perto de 100kg. Se um piloto de avião, magrinho, viesse a consumir um volume de bebida semelhante, provavelmente estaria internado demitido. A equação, no caso, é dada pela quantidade de álcool no sangue de cada um. Pelos critérios americanos, é considerado" bebedor-problema" todo aquele que tiver mais de 100mg de álcool em 100ml de sangue. Pelo padrão internacional, a dose ou unidade, equivale a 12g de álcool etílico, isto é, um mísero copo de chope ou de vinho ou dois dedos de uísque, vodca ou cachaça.

2. Desenvolvimento:

O álcool é uma substância que confunde infinitamente. Em pequenas quantidades é um estimulante regozijador; já em quantidades maiores, age como sedativo e como um tóxico, ou agente venenoso quando ingerido em quantidades grandes durante longos períodos, esta combinação química e droga pode ser nociva às células, tecidos e órgãos.

Para maior confusão, o álcool é a única droga que também pode ser classificada como alimento. Rico em calorias e sendo uma fonte poderosa de energia para o corpo, o álcool é usado pelas células no desempenho de suas funções complicadas. Contudo, ao contrário da maioria dos alimentos, o álcool contém quantidades desprezíveis de vitaminas e minerais e contribui pouco ou nada para os requisitos de nutrição das células. Em resultado, beber demasiado e contínuo leva inevitavelmente à desnutrição.

O álcool etílico, ou etanol (álcool) é na realidade um escremento de levedura, um fungo com apetite voraz por coisas doces. Quando a levedura encontra mel, frutas, frutinhas, cereais ou batatas, por exemplo, libera uma enzima que converte o açúcar nesses materiais em dióxido de carbono (CO3) e álcool (CH3 CH2 OH). Este processo é conhecido como fermentação. A levedura continua alimentar-se de açúcar até que, literalmente, morre de intoxicação alcoólica aguda - a verdadeira primeira vítima da "embriaguez".

A destilação, que foi descoberta mais ou menos no ano 800 d.C. na Arábia, é o processo feito pelo homem destinado a assumir onde cessa a ação do fungo vulnerável da levedura. As bebidas destiladas, ou fortes, como conhaque, gim, uísque, "scotch", "rye" , "bourbon", run e vodca, contêm entre 40% e 75% de álcool puro. Este álcool puro também é usado para