Motivação Sexual x Álcool
APRESENTAÇÃO
Com o presente documento é possível conhecer um pouco da relação entre álcool-desejo, desempenho sexual (motivação sexual ) em um indivíduo sob o efeito do álcool.
São apresentados os efeitos no sistema nervoso central (SNC) e os efeitos do álcool na motivação sexual.
Esperamos que todas as pessoas que tenham acesso a este material, possam compreender um pouco de um indivíduo sob o efeito do álcool.
1. Introdução:
Em primeiro lugar deve-se esclarecer a diferença entre um bebedor social e um alcoólatra. Segundo o professor de psiquiatria Donald W. Goodwin, da Universidade do Kansas, "alcoólatra é a pessoa que bebe, tem problemas crescentes pelo fato de beber, quer parar de beber, mas continua bebendo". As pessoas bebem por questões psicoemocionais e criam dependência por questões fisiológicas. O que existe é um fator genético de predisposição ao consumo excessivo de álcool. Em outras palavras, geneticamente, ninguém tem compulsão para a bebida - ou, como escreveu a revista americana US News & World Report, "nenhum gene pode fazer com que você compre uma garrafa de uísque, a verta em um copo e a tome toda" , mas com o passar do tempo a pessoa com predisposição genética cria tolerância ao álcool. Do ponto de vista do diagnóstico de alcoolismo, porém, o que conta não é a quantidade de álcool ingerida, e sim o conjunto de sintomas que disso resulta. Winston Churchill, por exemplo bebeu mais do que vários alcoólatras juntos ao longo de toda a sua vida e foi considerado mero "bebedor social". Por sorte sua, pesava perto de 100kg. Se um piloto de avião, magrinho, viesse a consumir um volume de bebida semelhante, provavelmente estaria internado demitido. A equação, no caso, é dada pela quantidade de álcool no sangue de cada um. Pelos critérios americanos, é considerado" bebedor-problema" todo aquele que tiver mais de 100mg de álcool em 100ml de sangue. Pelo padrão internacional, a dose ou unidade, equivale a 12g de álcool etílico, isto é, um mísero copo de chope ou de vinho ou dois dedos de uísque, vodca ou cachaça.
2. Desenvolvimento:
O álcool é uma substância que confunde infinitamente. Em pequenas quantidades é um estimulante regozijador; já em quantidades maiores, age como sedativo e como um tóxico, ou agente venenoso quando ingerido em quantidades grandes durante longos períodos, esta combinação química e droga pode ser nociva às células, tecidos e órgãos.
Para maior confusão, o álcool é a única droga que também pode ser classificada como alimento. Rico em calorias e sendo uma fonte poderosa de energia para o corpo, o álcool é usado pelas células no desempenho de suas funções complicadas. Contudo, ao contrário da maioria dos alimentos, o álcool contém quantidades desprezíveis de vitaminas e minerais e contribui pouco ou nada para os requisitos de nutrição das células. Em resultado, beber demasiado e contínuo leva inevitavelmente à desnutrição.
O álcool etílico, ou etanol (álcool) é na realidade um escremento de levedura, um fungo com apetite voraz por coisas doces. Quando a levedura encontra mel, frutas, frutinhas, cereais ou batatas, por exemplo, libera uma enzima que converte o açúcar nesses materiais em dióxido de carbono (CO3) e álcool (CH3 CH2 OH). Este processo é conhecido como fermentação. A levedura continua alimentar-se de açúcar até que, literalmente, morre de intoxicação alcoólica aguda - a verdadeira primeira vítima da "embriaguez".
A destilação, que foi descoberta mais ou menos no ano 800 d.C. na Arábia, é o processo feito pelo homem destinado a assumir onde cessa a ação do fungo vulnerável da levedura. As bebidas destiladas, ou fortes, como conhaque, gim, uísque, "scotch", "rye" , "bourbon", run e vodca, contêm entre 40% e 75% de álcool puro. Este álcool puro também é usado para
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