Doença de Alzheimer
O que é a Doença de Alzheimer ?
A doença de Alzheimer é moléstia progressiva, que acomete o cérebro, causando importante diminuição de memória, acentuada deterioração intelectual e alteração de comportamento. É a principal causa de demência, inicia-se em torno dos cinquenta anos de idade e deve-se à morte das células cerebrais, a atrofia do cérebro. A causa da doença de Alzheimer ainda é desconhecida; sabe-se que é geneticamente determinada não sendo necessariamente hereditária ( transmissão entre familiares ).
Sinais e Sintomas :
Inicia-se com pequenos esquecimentos. ( daí a importância de se valorizar e submeter a avaliação médica às pequenas falhas de memória ). Os doentes apresentam na evolução da doença :
-Confusão, agressividade, alteração de personalidade, alteração de conduta, acentuação da perda de memória, chegando a desconhecer familiares e a si mesmos quando postos em frente a um espelho ( em fase avançada da doença ).
Diagnóstico e tratamento :
Quanto mais precoce o diagnóstico, maior as chances de tratamento com resultados mais eficazes, daí ser fundamental procurar o médico Geriatra ou Neurologista na "Perdas de Memória". Alguns exames ajudam a fazer diagnóstico diferencial com outras doenças em que há perda de memória. São realizados testes de memória que ajudam no esclarecimento diagnóstico e medem o gráu de perda intelectual. Quanto ao tratamento, há medicamentos aprovados para este fim e deve ser iniciado o mais precocemente possível. Para o tratamento dos distúrbios do comportamento ( agressividade, agitação, insônia e confusão ), existem drogas e uma boa orientação, dá bons resultados.
A família perante a doença :
A família é afetada pela incerteza com o futuro do doente; inverte-se os papéis. Os filhos passam a cuidar dos pais, com enorme trabalho que os doentes geram e outros fatores, que terminam por causar intensa angústia, depressão, estresse e até problemas de ordem conjugal. Os cuidadores, nem sempre familiares, são submetidos às mesmas tensões. Enfim, cuidadores ou familiares devem ser devidamente treinados e orientados por especialistas para não terem afetadas sua própria saúde. Na condução adequada da doença e do doente, é fundamental a solidariedade de todos e o máximo de informação obtidas junto aos profissionais e entidades ligados ao estudo da doença.
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