COMBATE À INFECÇÃO HOSPITALAR
(VANTAGENS E DESVANTAGENS)
1. DERMAZINE X STAPHYLOCCOCUS M.A.R.S.A
As propriedades antimicrobianas contra cepas Gram positivas e Gram negativas da Sulfadiazina de Prata Micronizada DERMAZINE estão bastante documentadas na literatura científica das últimas duas décadas.
Recentes Testes Laboratoriais de Atividade Antimicrobiana demonstraram a ação do DERMAZINE contra cepas multiresistentes do Staphylococcus aureus (M.A.R.S.A.).
Estes resultados abrem uma importante perspectiva de utilização deste produto, representando, inclusive, uma importante economia em termos de custos. O DERMAZINE é muitíssimo mais econômico do que drogas como o Muporicin.
2. COLAGENASE "AUMENTA" VIRULÊNCIA DE MICROORGANISMOS.
Fotomicrografia demonstra a presença da enzima COLAGENASE na superfície externa de cepas ultra-virulentas de Pseudomonas aeruginosa. Esta revelação vêm de encontro a inúmeros trabalhos que contra-indicam esta substância para uso em LESÕES COM POTENCIAL SÉPTICO (Queimaduras, Ulceras de Estase Venosa, Feridas Cirúrgicas, Escaras, etc).A presença de COLAGENASE na superfície externa da Pseudomonas aeruginosa está relacionada ao alto poder de penetração/virulência deste microorganismo.
Quando uma lesão é tratada com produtos à base de COLAGENASE, o potencial séptico das Pseudomonas e de outros microorganismos aumenta muito.
O Risco das Infecções na cardiopatia
Portadores de cardiopatia estão sujeitos a inúmeros e graves processos infecciosos. Dentre os de origem na comunidade, devemos ressaltar as infecções pelo vírus da influenza e pelo pneumococo. Vacinas específicas para essas doenças podem contribuir para diminuição das complicações. A população de indivíduos com doença cardíaca é submetida com freqüência a procedimentos que estão diretamente relacionados ao aparecimento de complicações infecciosas. Os procedimentos de maior destaque são cirurgias de revascularização, cirurgias de troca de valvas, implante de desfibriladores, coronariografias, entre outros. Fatores de risco específico para cada um desses devem ser levados em conta para diagnóstico e prevenção das infecções associadas. É crescente o número de doentes submetidos a transplante cardíaco. Nessa população, as infecções ocorrem entre 31% e 90% dos pacientes e muitas delas estão relacionadas ao período pós-transplante, representando entre 17% e 40% das causas de óbito e constituem a principal causa de morte no período entre o 15o dia e o 3o mês pós-transplante. As bactérias, como grupo, são os agentes mais importantes e as pneumonias bacterianas de origem hospitalar, as infecções mais comuns. Pneumonias extra-hospitalares são as principais causas de infecção em períodos tardios após o transplante (após o 6o mês). O citomegalovírus isoladamente é o agente etiológico mais freqüente de infecção e doença após o transplante e além de doença clínica de manifestações variadas pode estar relacionado a episódios de rejeição aguda e crônica.Descritores: infecção, cardiopatia, transplante de coração, infecção hospitalar.
CASO MORTES
São Paulo, 1 de Julho de 1998.
Guarulhos: 67 bebês mortos em 6 meses.
MATERNIDADE APRESENTA ÍNDICE DE MORTES DE RECÉM-NASCIDOS DE POUCO PESO ATÉ 3 VEZES MAIOR QUE A MÉDIA
Hospital está sob intervenção:
O diretor-clínico do Hospital Municipal e Maternidade de Guarulhos, Cid Vieira Godoy Filho, admitiu, ontem, que 67 crianças morreram naquele estabelecimento médico, nos últimos seis meses. Ele também reconheceu que o índice de mortalidade de bebês com menos de 1 quilo chega aos 100% na unidade de Guarulhos.
Os dados foram confirmados pelo primeiro-secretário do Conselho Regional de Medicina (CRM), Henrique Carlos Gonçalves. Segundo ele, 30% dos recém-nascidos com menos de 1 kg sobrevivem, em média, em outros hospitais públicos. Gonçalves afirmou, ainda, que o número de bebês entre 1 kg e 1,5 kg mortos no Hospital e Maternidade de Guarulhos é de duas a três vezes mais alto que em outros hospitais públicos.
Só no fim
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