ENFERMAGEM EM PEDIATRIA
Campinas, 21 de março de 2005
INTRODUÇÃO:
As principais atividades dos enfermeiros é prestar cuidados de enfermagem; a criança, ao adolescente e a seus familiares (pai e mãe), de forma que mantenham, melhorem e recuperem a saúde, ajudando a atingir seu bem estar físico e psíquico, tão rapidamente o possível.
O cuidado que o enfermeiro presta conta as necessidades físicas, emocionais e sociais da criança, visando um ou mais objetivos fundamentais da profissão: a promoção da saúde, a prevenção da doença, o tratamento, a reabilitação e a reintegração do convívio social. Para total prestação de cuidados de enfermagem desde o nascimento até a morte.
Os enfermeiros prestam igualmente cuidados a família, a grupos e comunidades as suas responsabilidades e atividades dependem de fatores em sua área de atuação em sua especialização.
A CRIANÇA E A HOSPITALIZAÇÃO
A hospitalização de uma criança pode ser umas das maiores fontes de ansiedade para ela e seus pais.
A criança requer , para garantia do processo de desenvolvimento:
- Ser protegida de sofrimento corporal;
- Sentir se amada e desejada;
- Viver em ambiente de harmonia;
- Confiar nos adultos em que dependem para o atendimento das necessidades que ainda não pode satisfazer por si mesmo;
- Ter confiança em si;
- Dar expansão inicial as suas tendências instintivas e tê-las progressivamente atenuadas e disciplinadas no sentido de adaptação a vida em sociedade;
- Ter ambiente em torno de si tão pouco contraditório quanto possível;
- Ser atendida em sua curiosidade;
- Ter ambiente propicio ao desenvolvimento das capacidades e vocações físicas, psíquicas e sociais;
- Ser poupada de emoções súbitas e problemas familiares;
Cabe a enfermagem mediante a internação sobre a patologia e comportamento da criança observar as condições físicas e psicológicas e informar aos órgãos competentes caso haja algum indicio de que esta criança venha estar sofrendo de quaisquer maus tratos tais como:
- Agressão física
- Abuso sexual
- Desnutrição
- Maus-tratos (falta de higiene, alimentação, educação, serviços escravos)
Obs.: Se a criança não receber assistência psicoafetiva adequada os efeitos nocivos da internação poderão ser severos nas crianças.
No familiar que a criança busca apoio orientação, referência, proteção para o desconhecimento e para o sofrimento.
Se a criança tiver um bom suporte familiar e capaz de suportar os sofrimentos e ansiedade durante a hospitalização.
AVALIAÇÃO FÍSICA
As práticas de avaliação físicas são:
- Inspeção (Técnica simples e altamente qualificada envolve o uso da visão e audição e olfação a inspeção deve ser completa envolvendo cada região do corpo, uma inspeção cuidadosa depende de uma boa iluminação).
- Palpação (Envolve o uso dos dedos e das palmas das mãos para determinar a temperatura, hidratação, textura, forma, movimento e área de sensibilidade. A enfermeira pode ajudar a criança que sente cócegas ao colocar em primeiro lugar as mãos da criança sobre a pele e deslizar gradualmente suas mãos sobre a da criança, o fazendo com que a criança mantenha suas mãos sobre as da enfermeira durante o exame).
- Percussão (Envolve o uso do ato de percutir para produção de sons, conforme suas intensidades, tom, duração, e qualidade. Ex: timpanismo, bolhas gástricas intestino cheio de ar, ressonância-pulmões, hiper-ressonância, com retenção de ar criança de pouca idade, macicez, fígado espaço ocupado por liquido, uniformidade do som músculo).
- Ausculta (Processo se ouvir sons corporais através do estetoscópio).
PREPARAÇÃO PARA EXAME
Ambiente:
- Fazer avaliações em lugares tranqüilas onde a criança se sinta segura e bem
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