“Tubarão Paraolímpico”
2009
Introdução:
A natação paraolímpica levou Clodoaldo Silva à conquista de várias medalhas. No esporte participam atletas com vários tipos de deficiência.
As competições são divididas em categorias masculinas e femininas, as baterias podem ser no individual ou por revezamento. Existem disputas nos quatro estilos oficiais: peito, costas, livre e borboleta. As distâncias vão de 50 a 800 metros. Participam atletas com vários tipos de deficiência. As regras são as mesmas da Federação Internacional de Natação, com adaptações – em especial, com relação às largadas, viradas e chegadas.
Os nadadores cegos recebem um aviso quando estão se aproximando das bordas da piscina, por meio de um bastão com ponta de espuma com o qual seus técnicos os tocam. Por ser uma modalidade que abrange competidores com diversos tipos de deficiência, cada uma das quatro grandes entidades esportivas internacionais – CP-ISRA (paralisados cerebrais), IBSA (deficientes visuais), INAS-FID (deficientes mentais), ISMWSF-ISOD (cadeirantes e amputados), estabelecem as adaptações específicas para seus atletas. Quando as adaptações englobam as várias deficiências, a entidade responsável é o Comitê de Natação do Comitê Paraolímpico Internacional.
Clodoaldo Silva nasceu em 01 de fevereiro de 1979 -30 anos- em Natal Rio Grande do Norte, é de origem pobre e humilde, tem 1 metro e 75 centímetros e pesa 66 quilos, possui a penas o segundo grau completo é o caçula dos irmãos e foi criado somente por sua mãe, que desempenho muito bem o papel de pai, também, sempre incentivando seu filho a lutar para conquistar seus ideais e não deixando que nenhum tipo de deficiência o torna-se diferente dos outros. Sua mãe sempre lutou para sustentar seus filhos para que nada os faltasse, mesmo nas dificuldades a família era o laço que os unia, sempre ligados ao amor passavam por cima de tudo e hoje Clodoaldo é o que é, um homem realizado e sem nenhum tipo de frustração.
Clodoaldo, iniciou a natação como processo de reabilitação e não imaginava que aquele momento seria o pontapé inicial para uma carreira esportiva de muitas vitórias, títulos e glórias. O atleta tem os movimentos das pernas afetados e uma pequena falta de coordenação motora, em decorrência da paralisia cerebral por falta de oxigênio que ocorreu durante o parto. Com a sua dedicação recebeu o apelido carinhoso de “Tubarão Paraolímpico”.
Com muita dedicação e treinamento, aos 26 anos, Firmou-se como o melhor atleta paraolímpico brasileiro de todos os tempos, e com um amplo caminho profissional pela frente. Hoje, já possui uma coleção de títulos e recordes de fazer inveja a qualquer atleta. É especialista nas modalidades de: 50m, 100m e 200m livre, 150m medley, 50m costas, 50m borboleta e 50m peito. Todas adaptadas para a sua deficiência e tendo como seu técnico Carlos Paixão, o homem que acreditou em seu potencial.
Seu ritmo de treinamento é bastante forte, atualmente treina cerca de cinco horas por dia e seus exercícios são elaborados pelo seu técnico e divididos entre trabalho na piscina e na academia.
Pela manhã, de segunda a sexta, ele trabalha cerca de duas horas e meia na piscina em ritmo de prova e na parte da tarde, intercala três vezes na semana duas horas de academia para fortalecimento muscular dos braços, que no seu caso é bastante requisitado.
Histórico profissional do Atleta:
- Em 1998, ele participou de seu primeiro “Campeonato Brasileiro”, onde conquistou nada menos do que três medalhas de ouro. Um ano depois, ele iniciou sua coleção de títulos internacionais para o País;
- Em 1999, participou do “V Jogos Regionais Paradesportivos” da Região Nordeste – Natal, RN, conquistando oito medalhas de ouro e uma de prata, participou também, dos “Jogos Mundiais” em Nova Zelândia, conquistando três
Ferramenta