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Aprendizagem Organizacional em Tempos de Mudança

Trabalho por Carlos Eduardo Marques Nunes, estudante de Biologia @ , Em 27/09/2004

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Aprendizagem Organizacional: em Tempos de Mudança


Informações sobre o autor

Antônio Vieira de Carvalho, brasileiro, mestre em administração, possui vários cursos de pós-graduação nas áreas de recursos humanos, marketing e gestão participativa. Autor de nove livros e dezesseis manuais de Desenvolvimento Profissional, é consultor de recursos humanos nas áreas de formação de reciclagem de executivos. Durante muitos anos, foi coordenador de programas de desenvolvimento gerencial no Grupo Nestlé em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Na área do ensino, foi coordenador do curso de Especialização de Recursos Humanos na Faculdade Metropolitana Unida (FMU) de São Paulo e professor-convidado do Instituto de Administração e Gerência da PUC do Rio d Janeiro, tendo sido responsável pelo curso de Especialização em Gerência nas Faculdades Simonsen, do Rio de Janeiro.

O autor é ainda sistematizador do método "Treinamento Contínuo para Mudança", e que tem sido aplicado com sucesso em organizações de vários tipos. Como pesquisador conferencista e debatedor, o autor tem participado de inúmeros eventos e esforços na divulgação de idéias e procedimento de Gestão Participativa como solução de problemas administrativas e estruturais de empresas que atua em mercados altamente competitiva em tempos mudança.

Podemos citar aqui algumas outras obras, tais como:

  • Administração de Recursos Humanos vl 1;
  • Administração de Recursos Humanos vl 2 ;
  • Introdução ao Estudo da Bíblia;
  • Seleção – Princípios e Métodos;
  • Treinamento – Princípios, Métodos e Técnicas;


CAPÍTULO 1 - APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

A aprendizagem organizacional pode ser definida como sendo um processo de detecção e correção de erros (Argyris, 1982), como uma capacidade de se autodesenvolver e autotransformar ou como uma capacidade de adquirir conhecimentos através da experiência (Shaw e Perkins, 1993).

Para Smith (2001)) a aprendizagem organizacional (AO) refere-se a processos de aprendizagem individual e coletivos – tanto dentro como entre organizações. Uma outra teoria relevante é a de Duncam e Weis (1979) que dizem que a AO (Aprendizagem Organizacional) é definida como o processo na organização pelo qual as relações entre ação e resultados e o efeito do ambiente nessas relações é desenvolvido.

Patrícia Freire nos diz que, para que a aprendizagem possa ser um processo contínuo, alguns aspectos devem ser observados no âmbito da organização. Destes, Freire destaca a estratégia competitiva, a cultura organizacional e a gestão de pessoas.

De acordo com Senge (1990),criar organizações capazes de aprender significa desenvolver recursos específicos de aprendizagem.Organizações de aprendizagem são aquelas que vão continuamente aprimorando sua capacidade para criar a realidade, e para o autor, as organizações devem desenvolver cinco disciplinas. Estas disciplinas estão diretamente relacionadas com o que as pessoas pensam, o que realmente querem e como interagem e aprendem umas com as outras e acima de tudo, envolvem as percepções pessoais de cada um.

1.1 – USO DA APRENDIZAGEM

A aprendizagem parece constituir-se numa característica fundamental pelas quais as empresas acumulam competências e habilidades e tornam-se competitivas. Isto é particularmente claro com relação as empresas japonesas e as várias tentativas de réplica daquele modelo. Várias evidências apontam no sentido de verificar no modelo japonês de organização industrial uma ênfase particular ao aprendizado. De acordo com Imai (1990), oe japoneses possuem uma devoção quase frenética à aprendizagem, tanto em nível intraorganizacional como em relação `a rede interorganizacional. Aprendizagem para eles é um processo contínuo, adaptativo e interativo que os habilita à inovação de produtos e processos e a conseqüente competitividade de sua indústria.

Segundo o autor, o principal foco é eficiência do gerenciamento do conhecimento está normalmente atrelada à produtividade. Por exemplo, demonstra-se que a produtividade tem uma relação.

Direta com a aprendizagem (learning by doing) o que significa supor que a custo fixo unitário reduz-se no tempo, ou seja, através da experiência. Contudo, de uma forma