Fazer pesquisa em uma ou mais carreiras específicas:

Administração Agronomia Arquitetura Arquivologia Arte Astronomia Biblioteconomia Biologia
Bioquímica Cinema Ciências Sociais Colegial Comunicação Contabilidade Desenho Industrial Direito
Diversos Economia Educação Física Enfermagem Engenharia Estatística Farmácia Filosofia
Fisioterapia Fonoaudiologia Geografia História Hotelaria Informática Letras Marketing
Medicina Nutrição Odontologia Pedagogia Produção Cultural Psicologia Química Rel. Internacionais
Secretariado Executivo Serviço Social Terapia Ocupacional Turismo Veterinária Zootecnia


Compartilhe

Tag Cloud

Tipos de Traumas, Ferimentos e Conduta na Emergência e Imobilização

Trabalho por Anônima, estudante de Enfermagem @ , Em 04/12/2005

5

Tamanho da fonte: a- A+

Tipos de Trauma e Ferimentos e Conduta na Emergência e Imobilização


Para um bom trabalho na emergência é necessário reconhecer os tipos de ferimentos e qual a conduta a ser tomada.

Todas as pessoas têm uma noção geral do que são ferimentos, mas um bom socorrista precisa identificar suas diferenças básicas. Considera-se sangramento com um sinal de ferimento.

Descreve partes moles como sendo os tecidos do corpo que compõem a pele, músculos, nervos, vasos sanguíneos, células dos órgãos e glândulas.

Pode haver feridas fechadas de partes moles, que são causadas por impacto incapaz de romper a pele, pode ser uma contusão e causar a ruptura de órgãos internos. Contusões estão associadas à perda sanguínea, em extensões maiores indicam fraturas ou grave dano de tecido.

Nas feridas abertas, outras estruturas podem ser atingidas. Sua extensão determina a gravidade, apresentam-se como simples arranhões; cortes mais profundos, que podem ser classificados em incisões – cortes com bordas regulares – ou lacerações – cortes com bordas irregulares –; perfurações, que normalmente danificam o tecido em linha transversal, pode haver somente ponto de entrada – penetrante – ou também ter um ponto de saída – perfurante –; avulsões, partes são rasgadas ou arrancadas; e amputações.

Há ferimentos por esmagamento que geralmente apresentam hemorragia externa e interna profusa.

Quando ocorre queimadura nas partes moles, pode atingir apenas a camada superficial ou apresentar maior complexidade atingindo nervos, vasos sanguíneos, músculos e ossos.

Para uma assistência efetiva é preciso executar um atendimento correto, quando pessoas sem treinamento começam o serviço e o socorrista chega depois, ele precisa atentar para os erros cometidos e corrigi-los rapidamente. Sempre considerando a gravidade do caso, o Resgate deve ser comunicado e a vítima tranqüilizada quanto a sua segurança.

Uma ferida fechada se apresenta em forma de contusão, então o socorrista precisa procurar e também avaliar a presença de edemas ou deformidades que possam indicar fraturas. É necessário cuidar de uma ferida fechada com todo o cuidado, considerando a possibilidade de hemorragia interna e o desenvolvimento do choque hipovolêmico.

Quando se trata de feridas abertas, o socorrista precisa expor o local, afastando a roupa, mas não insistindo quando está se encontra aderida ao ferimento. Deve limpar a superfície para remoção do material estranho que está na pele. Controlar o sangramento, fazendo compressão direta ou compressão direta mais elevação de membro, descartando a possibilidade de fraturas. Precisa prevenir quanto à contaminação, uma boa maneira é enfaixar o local com compressa, pano limpo, lençol. Sempre deixar a vítima deitada, tentando tranqüilizá-la. Cuidar para que evite a evolução de choque hipovolêmico.

Para proceder ao atendimento quando a vítima tem um ferimento perfurante é preciso primeiro saber que essa ferida é extensa e apresenta hemorragia interna, é feita a análise para saber se há também um ponto de saída (mais sério que a de entrada).

Não retira e nem toca no objeto transfixado, mas é preciso expor o local, também é feito o controle da hemorragia, é preciso estabilizar o objeto, para isso faz curativo absorvente, pode improvisar lençóis ou toalhas. O paciente precisa ficar em repouso. O socorrista, como em todos os casos, precisa prevenir o choque hipovolêmico, tentando diminuir os riscos.

Para tratar avulsões que rasga parcialmente o tecido é preciso limpar o local, cobrir a área atingida e fazer o controle da hemorragia utilizando curativo compressivo.

Quando a pele está totalmente rasgada e desprendida, usa curativo absorvente compressivo, é necessário preservar a parte desprendida, colocando em um saco plástico.

Em amputações, a hemorragia é controlada por curativo compressivo diretamente na ferida, mas quando não controlada, irá tentar