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Estrangeirismo no Brasil

Trabalho por JOÃO RODRIGUES FILHO, estudante de Diversos @ , Em 22/04/2003

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ESTRANGEIRISMO NO BRASIL

Introdução

Todo e qualquer desafio é interessante a partir do momento que nos dedicamos a fim de cumprí-lo. Neste projeto temos a incumbência de expressarmos qual a participação do "Estrangeirismo em nossa Língua Portuguesa" e o que isto acaba trazendo para a nossa cultura.

Sabemos que a internacionalização do nosso idioma é uma constante e devemos nos preparar para tais situações, pois corremos o risco da descaracterização da cultura, sendo que a nossa língua é nosso maior patrimônio cultural.

A partir do momento em que perdermos essa raiz perderemos nossa origem que automaticamente não será repassada a nova geração. Para isto, até Leis já foram aprovadas para conter este distúrbio e precisamos da conscientização da população em relação ao que este problema pode ocasionar ao nosso vocabulário.

Dessa forma poderemos conter um pouco mais este estrangeirismo e talvez tornar o nosso idioma mais rico com novas palavras traduzidas para a nossa língua.

Objetivo

O objetivo deste projeto é mostrar até que ponto o "Estrangeirismo" pode ser prejudicial ao idioma português e o que isso pode ocasionar na cultura do País.

Estrangeirismo na Língua Portuguesa

Estamos vivendo a difícil questão da busca de vocabulários mais próximos entre duas línguas diferentes. As palavras são fragmentos da cultura de uma comunidade, e a elas existe uma história, uma tradição e uma identidade própria. Cada língua analisa e percebe o mundo de maneira única. Os tradutores se sentem frustrados em seus esforços, ao constatar a grande invasão de palavras não traduzidas em textos em língua portuguesa. Essa invasão começou na área científica, e essa tendência logo passou para a língua comum, reproduzindo-se em proporção assustadora. Este dilema faz com o que encontremos soluções para as traduções de palavras novas para as quais ainda não há equivalentes em nossa língua. O usuário do português não só cria palavras novas quando necessita, mas elas são absolutamente bem formadas. Como não existe no Brasil nenhuma instituição ou órgão oficial encarregado da tarefa de regularizar o vocabulário, quem faz isso acaba sendo o falante comum da língua. O usuário o faz de modo espontâneo ou improvisa e na maioria das vezes de forma inconsciente. Ele internacionaliza a sua língua e pela necessidade de se fazer entender, se conforma às normas pré-existentes, criando palavras perfeitamente gramaticais e aceitáveis. Os termos estrangeiros entram em nosso vocabulário perturbando um sistema anterior que conhecemos. As línguas devem criar novas palavras para novos conceitos. Devemos tomar itens já existentes para nomear novos objetos. Exemplos como o que se faz em inglês, (Mouse, site e chip), são palavras velhas com sentido novo, (home-banking, fast-food e megabyte) são criações mais coerentes e muitas podem ser traduzidas literalmente. Várias línguas fazem isso e acabamos adotando a palavra estrangeira por um modismo ou por irresponsabilidade. O vocabulário português está empobrecendo, pois para cada palavra estrangeira que aparece, desaparece ou deixa de se criar uma nacional. Toda nova tecnologia que importarmos vem acompanhada de seu nome original, em breve não falaremos mais português. A adoção de palavras estrangeiras traz consigo problemas, pois seus significados são desconhecidos do idioma português e não podemos pronunciá-las segundo nossas normas, sob pena de se tornarem uma interlíngua. Nestes casos a culpa não pode ser atribuída aos brasileiros que não têm obrigação de conhecer outra língua ou muito menos se comunicar nela. Toda informação e atividade humana passam pelo uso da palavra, e este fato contribui para aumentar o preconceito e a discriminação.
O falante de português está desorientado diante da ausência de um planejamento lingüístico. Podemos notar que não existe um posicionamento único e bem fundamentado frente ao problema de novos conceitos. São usadas expressões traduzidas e também o estrangeirismo, oscilando