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A Fúria de Posseidon

Trabalho por Jeanne de Abreu Souza, estudante de Letras @ , Em 22/04/2003

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A FÚRIA DE POSSEIDON

"Amai o Senhor todos os seus servos!

Ele protege os que lhe são fiéis.

Sabe, porém, retribuir, castigando com rigor aos que procedem com soberba.

Sl. 30,24


Resumo:

O presente trabalho tem como objetivo demonstrar a reação de Possêidon perante a prepotência de Ulisses no livro "A Odisséia", sem contudo diminuir sua postura de herói.

Palavras-chave: Orgulho, Arrogância, Prepotência, deuses.

Abstract:

The present work has as objective to demonstrate to the reaction of Possêidon before the great power of Ulisses in the book "The Odisséia", without however diminishing its position of hero.

A literatura pertence ao mundo. Nem mesmo a tecnologia consegue descartar o mistério, a aventura, a emoção que um livro pode proporcionar a uma pessoa.

A Odisséia é um clássico. Uma das obras mais antigas e importantes da literatura. Que isso não afaste o leitor, mas Odisséia foi antes de mais nada um dos maiores sucessos de público da história da literatura, as aventuras narradas por Homero. A Odisséia, de Homero é a maior epopéia escrita pelos gregos. Trata-se de um poema em verso e prosa, uma exaltação ao povo grego e ao herói mortal Ulisses (também conhecido como Odisseu), e o seu difícil regresso a sua terra natal. Assim como o próprio livro narra: "Eis a história de um homem que jamais se deixou vencer. Viajou pelos confins do mundo, depois da tomada de Tróia, a impávida fortaleza."

A história se inicia quando Menelau e Agamênon convocaram todos os reis e nobres da Grécia para ajudá-los a montar uma expedição contra Tróia. Agamênon era o líder da força grega e o rei de Atenas, enquanto o seu irmão mais velho Menelau, era rei de Esparta. Após a convocação, os heróis gregos afluíram de todos os cantos do continente e das ilhas para o porto de Áulis, o ponto de reunião a partir do qual planejavam velejar através do Egeu até Tróia. Alguns dos heróis foram até Áulis mais facilmente do que outros, Ulisses que conhecia a profecia de que se fosse a Tróia não retornaria antes de vinte anos, fingiu loucura, quando Menelau e Agamênon chegaram a convocá-lo. Porém, a farsa de Ulisses foi revelada, quando uma criança foi colocada propositalmente à frente de seus cavalos em uma corrida de bigas. Completamente senhor de suas sanidades, o primeiro reflexo foi salvar a criança, caindo assim a sua máscara. O motivo pelo qual Ulisses não intencionava lutar na Guerra de Tróia era que segundo a profecia, ele passaria dez anos lutando em Tróia e por outros dez anos singraria os oceanos, acabando por ficar desprovido de todos os seus companheiros, freqüentemente com a vida por um fio, até que no vigésimo ano chegaria novamente às praias de sua terra natal, a ilha rochosa de Ítaca, onde seu filho Telêmaco e sua esposa Penélope o esperavam.

A Guerra de Tróia:

"Tróia, cidade da Ásia Menor, ficava situada junto ao Helesponto, hoje Dardanelos. (...) Foi em Tróia que aconteceu a guerra que envolveu seus habitantes e os Gregos. (...) Os gregos após um cerco de dez anos, penetraram vitoriosos em Tróia, devido mais à sua astúcia do que pelo poder bélico. Teriam construído um cavalo de madeira que, com seu bojo oco, cheio de soldados, foi levado para dentro dos muros de Tróia. Este estratagema tornou-se célebre. A vitória dos gregos em Tróia é um símbolo da conquista da Ásia pelos gregos. Todos os poetas da época contaram as façanhas dos combatentes e estas poesias inspiraram mais tarde Homero, que escreveu Ilíada e Odisséia, as quais são hoje as melhores fontes de informação que se possui