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A valorização do funcionário enquanto educador.

Trabalho por CECILIA GOMES, estudante de Pedagogia @ , Em 09/08/2010

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Grupo de Estudos dos funcionários 2009

1. IDENTIFICAÇÃO

Autores: Cecília Gomes, Celso Antônio da Silva, Héridi Karine Moreira, Jussara Moreira dos Santos, Marcilene Constantina Santana, Sebastião Braz dos Santos e Valdéria Santos.
NRE: Goioerê
Escolas: C. E. João XXIII – E.M. E.E. D. Pedro II – E.F. e E.E. Vila Serrana - E.F.
Conteúdo da Produção Pedagógica: A valorização do funcionário enquanto educador.

2. PROBLEMA INICIAL E HIPÓTESES

O funcionário, enquanto educador, assume um papel fundamental no cotidiano escolar. Mesmo não estando com os educandos o tempo todo, participa ativamente da sua educação, uma vez que, muitas vezes, deixa o serviço “técnico” para ir à sala de aula na falta de um professor, tendo que lidar com as mais diversas situações, desempenhando até o papel do pedagogo, conversando com os alunos e dando-lhes orientações de como se comportar no ambiente escolar.

Nós, enquanto funcionários da educação, temos consciência de que somos educadores. Diante disto, nosso papel, passa a ser pedagógico no sentido de que deixamos de exercer apenas funções burocráticas ou administrativas e passamos a assumir um papel de protagonistas do processo educativo, porém na realidade do dia-a-dia da escola, ainda existem pessoas que não compreendem essa função de educadores, e não respeitam e constrangem o “novo” educador.

Assim os educandos devem ser trabalhados pedagogicamente para melhor aceitabilidade do novo perfil do funcionário, desfazendo o preconceito que existe tanto por parte do educador como do educando em relação ao funcionário.

3. DESENVOLVIMENTO TEÓRICO

A nova concepção de educador interliga-se estreitamente com a nova concepção de educação, onde o educador deve dispensar ao educando “uma formação global (...), vinculada ao mundo do trabalho e à prática social na perspectiva da construção de uma sociedade justa e democrática”.

No espaço escolar existem muitos desafios, o que dificulta a concretização da educação cidadã. Por exemplo, no cotidiano nos deparamos constantemente com aquele aluno que nem sempre vem à escola para aprender o conteúdo, mas sim para comer ou ter um lugar para ficar enquanto os pais trabalham. Recebemos ainda, alunos despreparados, sem conhecimentos de boas maneiras ou disciplinares. O aluno procura na escola o refúgio de todos os seus problemas, e vê neste espaço a oportunidade de se expor e chamar atenção, cabendo aos educadores identificar os problemas e trabalha-los.

A escola está assumindo todo papel de educar, enquanto a família está se acomodando e deixando de fazer parte do processo educativo, fato este, que obriga a nós, os educadores, a estar preparados para lidar com situações especiais, assumindo papel de pais, amigos, psicólogos, etc.

Apesar do educador estar sempre buscando formação continuada nem sempre está preparado para lidar com situações complicadas e obter resultados. A sociedade ainda não consegue acompanhar esta nova concepção de escola, e ainda não entende que todos que trabalham no ambiente escolar são educadores, independente da função que exerçam.

A distinção de que somente o professor é educador e os demais funcionários são seus auxiliares, seu apoio e suporte, é feita pela sociedade adulta, burocrática, pois a criança quando chega à escola não faz esta distinção, para elas todos docentes ou não-docentes são responsáveis por sua educação. Devemos mudar essa concepção, porque não é o diploma que torna o professor educador, mas o seu compromisso com o aprendizado do aluno, a atitude diante dos valores e o constante domínio de seus conhecimentos (G.G.O PAPEL DOS FUNCIONÁRIOS COMOEDUCADORES.http://pt.shvoong.com/socialsciences/1883512-funcio%C3%A1rios-tamb%C3%A9m-s%C3%A3o educadores/.Acesso em: 25/11/2009).

Somos todos educadores, pois fazemos parte da sociedade humana, que é educadora. Ao formar uma família temos a missão de educar nossos filhos, aí iniciamos nosso papel de educadores. Todos os trabalhadores da educação, docentes e não-docentes desenvolvem um importante e necessário papel, para a realização de um trabalho de qualidade ou melhor, de uma educação de qualidade.

Muitas vezes a ação prática ensina mais que a teórica. Se o professor ensina sobre a