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Dengue

Trabalho por Clarissa Salomoni de Menezes, estudante de Colegial @ , Em 22/04/2003

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Dengue

Fortaleza, 10 de abril de 2002

Escolhemos esse tema, pois nossa sociedade esta sofrendo de uma epidemia dessa doença.

Ainda há muito o que informar e instruir em relação a essa doença.

É importante que possamos conscientizar a população para diminuir o número de vítimas.

 

Apresentação

Neste trabalho estamos apresentando conhecimentos em relação a dengue tais como; modos de prevenção, transmissão, histórico, seus sintomas...

Temos como finalidade orientar a população dos riscos dessa doença, orientando também como trata-la e preveni-la.

 

Resumo

A dengue é uma doença muito antiga, conhecida no brasil desde a época do tempo colonial.

O mosquito chegou aqui junto aos navios negreiros.

As transmissões do dengue, principalmente o aedes aegypti, proliferam-se dentro ou nas proximidades de habitação, em qualquer coleção de água limpa.

A transmissão só ocorre com a picada da fêmea do mosquito.

Período de incubação: de 3 a 15 dias após a picada do mosquito.

Os principais sintomas: dor de cabeça, febre alta, fraqueza, falta de apetite...

A dengue não tem tratamento específico. Os remédios servem apenas pra aliviar os sintomas.

É importante que se procure imediatamente orientações médicas. E que não se utilize remédios sem orientação.

A pessoa com dengue deve ficar em repouso, beber bastante liquido e só usar medicamentos para aliviar a dor e a febre. Para evitar a dengue não basta o fumaçe, é necessário todo um trabalho individual, não deixando água acumulada, lembre-se de tapar cisternas, poços...

 

Desenvolvimento:

  • Histórico
  • Causador à vírus
  • Transmissão
  • Sintomas
  • Vetor
  • Medida de proteção individual
  • Manifestações
  • Recomendações para área de transmissão
  • Tratamento
  • Dicas

Histórico

O dengue é conhecido no Brasil desde os tempos de colônia. O mosquito Aëdes aegypti tem origem africana. Ele chegou ao Brasil junto com os navios negreiros, depois de uma longa viagem de seus ovos dentro dos depósitos de água das embarcações.

O primeiro caso da doença no Brasil foi registrado em 1685, em Recife (PE). Até 1953, o dengue era considerado uma virose benigna, sem letalidade, até haver um surto de dengue hemorrágico nas Filipinas.

Em 1692, o dengue provocou 2 mil mortes em Salvador (BA), reaparecendo em novo surto em 1792.

Em 1846, o mosquito Aëdes aegypti tornou-se conhecido quando uma epidemia de dengue atingiu o Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Entre 1851 e 1853 e em 1916, São Paulo foi atingida por epidemias da doença. Em 1923, Niterói, no estado do Rio, lutou contra uma epidemia em sua região oceânica.

Em 1903, Oswaldo Cruz, então Diretor Geral da Saúde Pública, implantou um programa de combate ao mosquito que alcançou seu auge em 1909. Em 1957, anunciou-se que a doença estava erradicada no Brasil, embora os casos continuassem ocorrendo até 1982, quando houve uma epidemia em Roraima.

No Brasil, a erradicação do A. aegypti na década de 30, levada a cabo para o controle da febre amarela fez desaparecer também o dengue. No entanto, em 1981 a doença voltou a atingir a Região Norte (Boa Vista, Roraima). No Rio de Janeiro (Região Sudeste) ocorreram duas grandes epidemias. A primeira em 1986-87, com cerca de 90 mil casos, e segunda em 1990-91, com aproximadamente 100 mil casos confirmados. A partir de 1995, o dengue passou a ser registrado em todas as regiões do país e, em 1998, o número de casos chegou a 570.148. Em 1999 houve uma redução (210 mil casos), seguida de elevação progressiva em 2000 (240 mil casos) e em 2001 (370 mil casos). Nesse último ano, a maioria dos