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Balanço Patrimonial e DRE: Análise Vertical e Horizontal

Trabalho por Tanierlon Araujo, estudante de Administração @ , Em 07/05/2010

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CONCEITOS SOBRE ANALISE VERTICAL E ANALISE HORIZONTAL

FASF
2008

 

 

 

ANÁLISE VERTICAL

Também denominada análise da estrutura, a análise vertical envolve a relação entre um elemento e o grupo de que ele faz parte. Relaciona a parte com o todo. A análise vertical envolve elementos homogêneos, mas relativos a um mesmo exercício, ao contrario da análise horizontal, que é relativa, necessariamente, a exercícios distintos. Difere da análise por quocientes, porque, nessa, normalmente a razão estabelecida é entre elementos heterogêneos de um mesmo exercício. Já a análise vertical consiste em se estabelecer uma razão entre elementos homogêneos (a parte em relação ao todo) de um mesmo exercício.

 

 

Dividindo o ativo circulante de 19X1 pelo ativo total de 19X1, temos: 200 / 1.000 = 0,2, que é equivalente a 20%. Desse modo, pela análise vertical, podemos observar que o ativo circulante representa 20% do ativo total no ano de 19X1. O grupo do ativo com maior participação é o permanente, que corresponde a 50% do ativo total.

 

ANÁLISE HORIZONTAL

A análise horizontal consiste em se verificar a evolução dos elementos patrimoniais ou de resultado durante um determinado período. Possibilita a comparação entre os valores de uma mesma conta ou grupo de contas em diferentes exercícios sociais. Os elementos comparados são homogêneos, mas os períodos de avaliação são diferentes. Precisamos, de pelo menos dois exercícios para efeito de comparação dos mesmos elementos em demonstrações de períodos distintos.

 

 

Dividindo o ativo circulante de 19X2 pelo ativo circulante de 19X1, temos: 150 / 100 = 1,50, que é equivalente a 150%. Assim, pela análise horizontal, podemos observar que o ativo circulante em 19X2 era correspondente a 150% do valor de 19X1, ou seja, em 19X2, ele sofreu aumento de 50% em relação ao ano de 19X1.

 

 

 

OBSERVAÇÕES NA ANÁLISE VERTICAL:

No Ativo Circulante, verificamos que a Conta Banco Conta Movimento sofreu um pequeno decréscimo de 2000 para 2001 e de 2001 para 2002, de 0,27% e 0,36%, respectivamente. Tal fato é conseqüência das vendas efetuadas pela empresa a prazo, refletida, principalmente, pelas Duplicatas a Receber e pelas Letras de Câmbio, que obtiveram um acréscimo de 1,40% para 1,46% (2000 para 2001) e de 1,46% para 1,55% (2001 para 2002).

No Ativo Realizável a Longo Prazo, percebemos um acréscimo nas contas Títulos a Receber e Letras de Câmbio, em virtude das vendas realizadas a longo prazo pela empresa.

No Ativo Permanente – Investimentos, ressaltamos o grande interesse da empresa em investir as suas ações em outras empresas. Por isso, observamos o crescimento da conta Participações Societárias de 2000 para 2001 e de 2001 para 2002, na ordem de 0,06% e 0,30%, respectivamente.

No Ativo Permanente – Imobilizado, observamos uma queda percentual de 0,40% e 0,28%, de 2000 para 2001 e de 2001 para 2002, respectivamente. Tal fato pode ser explicado pela falta de interesse da Construtora Caparaó em investir em terrenos, notando-se que embora seja de supra importância a Construtora deixou de investir no mesmo obtendo uma baixa de 0,84% do ano base de 2000 para 2001 e de 0,62% de 2001 para 2002.

No Ativo Permanente – Diferido, a empresa continua fazendo as devidas amortizações das Despesas Pré-operacionais, sendo que entre 2000 e 2001, esta Amortização sofreu um acréscimo na ordem de 0,22%, e entre 2001 e 2002, o acréscimo foi na ordem de 0,73%.

O Passivo Circulante da Construtora Caparaó foi sofrendo uma queda gradativa, de 0,15%, entre 2000 e 2001, e 1,46%, entre 2001 e 2002. Os elementos que contribuíram para tal queda foram os Empréstimos Obtidos a curto prazo