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Resumo do livro: A História da Riqueza do Homem

Trabalho por Michela, estudante de Administração @ , Em 16/09/2007

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Resumo do livro: "A História da Riqueza do Homem".

Taboão da Serra
2007


No feudalismo o senhor era proprietário das terras, ficava com a maior parte dela e a outra parte com os arrendatários. Os servos faziam o trabalho na terra, plantações, colheita, aravam, nas terras dele e do senhor, a igreja também participava do sistema feudal e era a maior proprietária de terras,

Na idade média, tudo que era necessário para a sobrevivência era fabricado para por elas mesmas, e trocado por outros artigos de necessidade. Então surgem as cruzadas que deram novo rumo ao comércio, os europeus que viajavam por terra e mar, precisavam cada vez mais de vários produtos e os mercadores os acompanhavam para suprir as necessidades que surgissem, e com esse crescimento o uso do dinheiro ia substituindo o à troca. A troca era mais difícil, e já com o dinheiro ficou mais fácil, ele é aceito para adquirir qualquer coisa.

O dinheiro começa a ser utilizando em grande parte dos negócios e investimentos dos comerciantes, então surgem os empréstimos e o mesmo é cobrado com juros isso era considerado pecado da usura, segundo a igreja que condenava os que o faziam.

Mas mesmo a igreja que condenava pecado usava este método, e aos poucos foi se moldando a doutrina e acrescentando algumas clausulas e acabou deixando de ser pecado por algumas observações nas leis.

Com o crescimento da sociedade, do comércio, as pessoas precisam de alimentos para sustento de todos, é aí que os camponeses começam a ser pagos pelos seus serviços, e com as mudanças eles começam a ter liberdade de vender e movimentar suas terras, com isso foi determinado o fim do mundo feudal.

Antes as necessidades eram supridas com o fruto do trabalho dos próprios camponeses, se precisavam de móveis fabricavam, não existiam lojas para comprar estes artigos de necessidade, mas com a evolução com o uso do dinheiro os artesãos tiveram a oportunidade de abrir lojas sem muito investimento. E vender móveis fabricados por eles, para começar um negócio que começava a crescer.

O preço das mercadorias no início das vendas era o preço justo, o comerciante não vendia os produtos com a intenção de enriquecer e sim se manter, só que ao decorrer do tempo ocorreram varias alterações e como na doutrina da usura, o preço passou a ser o preço de mercado, pela lei da oferta e procura e o desenvolvimento de novas fases alterava cada vez mais a noção do que seria “preço justo”.

A luta que existiu para libertação dos senhores feudais, verificou-se com o passar do tempo que só mudou o senhor, porque as classes superiores continuavam a dominar (os burgueses). E se iniciava a guerra das classes que depois de um grande período de desordem as corporações sumiram.

No fim da idade média, houve uma transformação, divisões de nações e com isso surgiram às leis nacionais, línguas nacionais e quem começava a governar era o rei monarca da nação. O rei teve que enfrentar uma luta de muito tempo com os senhores ainda ricos e os burgueses, mas conseguiu conquistar o comando da nação. Com o nascimento da classe media a luta começou a ser mais acirrada e aconteceu a revolução protestante, esta foi a 1ª batalha decisiva da nova classe média.

Nesta época os reis da idade média costumavam desvalorizar a moeda para ganhar mais dinheiro, a desvalorização acarretava em preços mais altos dos produtos. O comércio cresceu muito e os banqueiros também foram beneficiados.

Cresceu muito o número de mendigos, a causa de tantos mendigos em épocas de grande prosperidade se deu por causa da 1ª guerra mundial, as ruínas ocasionadas foram enormes.

Os preços subiram muito, e começou a se perceber a diferença da quantia utilizada para