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Resenha: Dibs, em busca de si mesmo

Trabalho por André Henrique Oliani, estudante de Psicologia @ , Em 26/05/2007

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DIBS, EM BUSCA DE SI MESMO.


CAPÍTULO I

Dibs era um garoto com um comportamento diferente dos outros, gritava, ou era silencioso, lutava ou derrotava, engatinhava ou tinha avesso de raiva. Freqüentava a escola particular à quase dois anos, nem os professores, funcionários, os colegas, a psicóloga e o pediatra conseguiram estabelecer relações com ele. Ninguém sabia ao certo se ele era um retardado mental, se tinha lesões no cérebro, autismo, ou apenas um problema emocional. Seu pai era um cientista, tinha uma irmã mais nova, considerada pela mãe inteligente e perfeita. Todos se sentiam frustrados e desfiados pelo comportamento estranho de Dibs, convidando a psicóloga clínica Axiline, autora do livro, para observar o garoto.


CAPÍTULO II

Decide então buscar uma solução para Dibs, conversando com a mãe e entrevistas na sala de ludoterapia, para melhor compreensão de seu filho.

No primeiro dia o acompanhou em todas as atividades escolares: ele chegou e não tirou o casado, engatinhava por volta da sala, ficou um longo tempo observando os livros, no recreio ficou isolado, arranhando o chão para frente e para trás, quando as crianças voltaram para a classe foi o momento de repouso no qual todos pegaram seu colchão e se deitaram, inclusive Dibs, porém, longe de todos. Depois de um tempo de repouso as crianças foram se levantando, Dibs também, e permaneceu junto à porta, quando foi chamando pela psicóloga clinica que o convidou pra acompanha-la, hesitou num primeiro momento, mas pegou em sua mão, silencioso a seguiu até a sala de ludoterapia. Foi lhe dito que ficaria ali por uma hora para conhecer o material.

Curioso, andou observando tudo, chegou a casa de bonecas ajoelhou-se, segurou as peças do mobiliário ás nomeando, perguntava para si mesmo se os bonecos eram mamãe, papai, irmã e bebe, aproveitando a psicóloga inicia uma conversa dizendo que poderia ser. Nervoso diz que não gosta de portas trancadas, as retirando e jogando fora. Ao completar sua hora, foi lhe avisado, retomando o corredor, perguntou-lhe se poderia ir sozinho, pois seria necessário para tornar-se mais seguro, ele respondeu positivamente.


CAPÍTULO III

A mãe de Dibs convida a psicóloga para um chá em sua casa para que possam conversar. Era uma bela mansão, ao chegar, ela logo recordou das palavras de Dibs sobre portas fechadas. Sua mãe lhe diz que não espera nenhum milagre, aceitando a tragédia de seu filho, o oferece como dados de pesquisa para estudá-lo. Ela insistiu que podia pagar seus honorários e que as sessões podia ser no seu quarto de brinquedos, porém não foi aceito, mostrando sua autonomia.

Desviava o olhar e permanecia imóvel, lembrando comportamento de seu filho, mostrou-se insegura dizendo que não poderia comparecer as entrevistas, nem dar maiores detalhes sobre Dibs, pois ele era simplesmente um retardado mental. Demonstrava medo e ansiedade, mais do que o seu filho na sua 1º sessão, era uma família acorrentada.


CAPÍTULO IV

Depois de longas semanas foi recebida uma folha liberatória assinada pelos pais de Dibs dano a permissão para as sessões. Na próxima sessão, ele percorre pelo local examinando e nomeando objetos e as cores das tintas. Demonstrou que gostaria de tirar os casacos, mas não o fazia demonstrando que queria ajuda, que lhe foi dada.

Entrou no deposito de areia, mas se incomodou com ela penetrando seus sapatos, então pede ajuda para tira-los, porém