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Qualidade de Vida no Trabalho

Trabalho por Ranyery de Araujo Nobre, estudante de Administração @ , Em 10/05/2007

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Qualidade de Vida no Trabalho.

Faculdade de Milagres Ceará
2007


"Funcionários com qualidade de vida no trabalho são mais felizes e produzem mais."

Introdução e Objetivos:

O tema ‘‘Qualidade de Vida no Trabalho” QVT foi representado inicialmente pela busca de satisfação do trabalhador e pela tentativa de redução do esforço físico no trabalho. A partir dos séculos XVIII e XIX as condições de trabalho passaram a ser estudadas de forma científica, primeiramente pelos economistas liberais Adam Smith, Malthus, depois pelos teóricos da Administração Científica, Frederick Taylor e Henri Fayol, seguido por Elton Mayo da Escola de Relações Humanas.

Apesar de tais estudos levantarem a questão, a expressão Qualidade de Vida no Trabalho só apareceu na literatura no início do século XX, na Inglaterra (RODRIGUES, 1995; SAMPAIO, 1999).Os autores referendados avaliaram estudos realizados nos Estados Unidos,na década de 60,cujo objetivo era tornar o trabalho mais agradável nas linhas de montagem.

Segundo eles, durante essa década é que o movimento de melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores ganhou impulso, devido aos
aspectos da reação individual dos trabalhadores às experiências de trabalho.Explicitaram os pontos de maior convergência e preocupação sobre as dimensões que trariam ao indivíduo, uma melhor qualidade de vida no trabalho.

Os principais aspectos abordados incluíram a segurança e saúde no trabalho, o desenvolvimento das capacidades humanas, a adequada e
satisfatória recompensa pelo trabalho,a integração social,entre outros.A partir de meados da década de 70,a qualidade de vida no trabalho também foi vista como um movimento,no qual terminologias como gerenciamento participativo e democracia industrial foram adotados com freqüência.

Na década de 80, a qualidade de vida no trabalho adquiriu importância como um conceito global e como uma forma de enfrentar os problemas de qualidade e produtividade (RODRIGUES, 1995). Nos últimos anos houve diversas interrogações sobre o bem estar do homem no trabalho.

Alguns estudiosos afirmaram o duplo caráter do trabalho humano, como meio e como finalidade em si Como meio,o trabalho dá recursos ao homem para adquirir os bens necessários à vida, e como fim, socializa o homem, coloca-o defronte do outro e, portanto, diante de si (SAMPAIO,1999).A QVT é uma “gestão dinâmica e contingencial de fatores físicos, tecnológicos e sócio-psicológicos que afetam a cultura e renovam o clima organizacional, refletindo-se no bem-estar do trabalhador e na produtividade das empresas” (FERNANDES, 1990; 1996).

A QVT designa experiências calcadas na relação indíviduo-trabalho-organização, possibilitando análises do processo de trabalho, reestruturação da tarefa, com o objetivo de tornar a vida dos trabalhadores mais prazerosa e é fundamentado na responsabilidade social da empresa e no contexto de humanização do trabalho., conforme preconiza a Política Nacional de Humanização do Ministério da Saúde, incluindo o compromisso com a ambiência e com a melhoria das condições de trabalho e de atendimento.

Dentre as questões que proporcionam essa melhoria, inclui-se o manejo dos fatores “estressores”,como um aspecto fundamental no processo de qualidade de vida no ambiente de trabalho.

Conforme nos assinala Seyle (1993), “Estresse consiste nas respostas físicas da pessoa a determinados fatores “estressores”, podendo estes ser físicos, psíquicos ou ambientais, definições simples podem incluir, problemas de concentração, frustração ou tensão muscular”.

Uma das proposições para minimizar as tensões e estresses, advindos do processo de trabalho nas instituições em geral e agora, na instituição hospitalar, é a Ginástica Laboral ou Ginástica de Pausa. Segundo Fontes (2001), a Ginástica Laboral é uma atividade física diária, realizada no local de trabalho, incluindo exercícios de compensação para movimentos repetidos, para ausência e para posturas incorretas no local de trabalho.

Consiste em exercícios, alongamentos e relaxamentos musculares, bem como a flexibilidade articular, que promove o fortalecimento de estruturas frágeis e, principalmente, o relaxamento das estruturas sobrecarregadas.

O Trabalho, objetivando a realização de um diagnóstico, acerca dos fatores “estressores” que afetavam os trabalhadores.

Metodologia