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Análise de Balanços - Empresas do Segmento Químico/Petroquímico

Trabalho por Joice Folgati Bertoldo da Silva, estudante de Administração @ , Em 14/11/2006

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Introdução

Segundo Matarazzo (1998), a Análise de Balanços tem como objetivo extrair informações das Demonstrações Financeiras para a tomada de decisões tanto por parte dos diretores como também por parte daqueles que de alguma forma se relacionam com ela.

As Demonstrações Financeiras fornecem uma série de dados sobre a empresa de acordo com regras contábeis. A Análise de Balanços transforma esses dados em informações e será tanto mais eficiente quanto melhor informações puder produzir. É feito da seguinte maneira:

- Extraem-se índices das demonstrações financeiras;

- Interpreta-se este indicador, observa-se sua evolução e compara-se com um padrão;

- Ponderam-se as diferentes informações e chega-se a um diagnóstico ou conclusão;

- Tomam-se decisões.


Petroquímica União

A PQU, primeira central petroquímica do Brasil, começou a ser construída em 1966 e entrou em operação em 1972. À época em que foi construída, deu início ao projeto de implantação do maior complexo petroquímico da América Latina. Isso faz da PQU a pioneira nesse mercado e a precursora da indústria petroquímica nacional.

Nascida estatal e privatizada em 1994, a PQU é uma empresa de capital aberto, com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo, e tem seu controle distribuído da seguinte maneira:

  • Unipar 37,2%
  • Petrobrás 17,4%
  • Dow Brasil 13,0%
  • Polibrasil 6,8%
  • SEP 6,7%
  • Oxiteno 1,9%
  • CBE 1,9%
  • Outros 15,1%

A PQU tem participação de 33% na Polibutenos, em joint-venture com a Unipar e a Chevron do Brasil. A empresa tem ainda uma subsidiária exclusiva, estabelecida em Montevidéu, Uruguai: a Norfolk Trading S.A.

Sua fábrica ocupa 900 mil m2 e está localizada na divisa dos municípios de Santo André e Mauá, região estratégica para atender ao maior mercado consumidor brasileiro – o eixo São Paulo – Rio – Minas –, que representa aproximadamente 75% da demanda de produtos petroquímicos do País.

Hoje ela é uma das três centrais em operação no Brasil e produz, a partir da nafta (derivada do petróleo) e de correntes gasosas fornecidas pela Petrobrás, mais de 1,5 milhão de toneladas por ano de matéria-prima petroquímica – chamada de ‘primeira geração’ – para outras empresas como Dow, Rhodia, Basf, Columbian, Petrom, Bayer e Petroflex, e empresas da região como Polietilenos União, Polibrasil, Solvay, Oxiteno, Cabot, Unipar Química, que formam o Pólo Petroquímico do Grande ABC. O Pólo Petroquímico do Grande ABC nasceu em 1954, mas só se consolidou após a entrada da PQU. Hoje há 14 empresas integrantes desse Pólo, que contribuem de forma relevante com a economia das cidades do Grande ABC, auxiliando também as comunidades, com vários programas sociais.

A partir da matéria-prima fornecida pela PQU, essas empresas produzem a ‘segunda geração’ de petroquímicos, destinada às indústrias que transformam o material em bens de consumo, como embalagens e utensílios de plásticos, eletroeletrônicos, utilidades domésticas, fibras sintéticas (nylon e poliéster), detergentes, fertilizantes, defensivos agrícolas, tintas, entre outros.

A PQU é a única fabricante de resinas hidrocarbônicas de petróleo na América Latina, produto utilizado pelas indústrias de borracha, tintas e vernizes, tintas de impressão e adesivos. A empresa ainda produz gasolina automotiva tipo A – distribuída aos postos de combustível do estado por empresas como Ipiranga, Esso, Shell, BR – e também o GLP, o gás de cozinha.


Ultrapar Participações S.A.

A Ultrapar é um dos mais sólidos grupos econômicos brasileiros e reúne três empresas com posição de destaque em seus segmentos de atuação:

  • Ultragaz - líder do mercado brasileiro de distribuição de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), com 24% de