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A História da Educação no Brasil

Trabalho por Lucio Flavio Feitosa Spagnol, estudante de Pedagogia @ , Em 18/07/2006

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HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL

Sinop, abril de 2000


I – Introdução

O objetivo inicial deste trabalho, é o resultado de um posicionamento crítico ao que se refere aos dois primeiros capítulos da obra HISTÒRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL, da autora Otaíze de Oliveira Romanelli, que nos foi proposto como tema para uma resenha crítica, dentro da disciplina de Estrutura e Funcionamento do Ensino Médio e Fundamental do IV Semestre do curso de Matemática, Campus Universitário de Sinop – MT.

De antemão fique evidente que esse posicionamento crítico foi construído ao analisarmos os textos, discordando ou concordando com eles, de acordo com nossa própria concepção crítica, levando também em consideração a opinião de outros autores, estudiosos nessa área, para uma formação de um posicionamento coerente com outras linhas de pensamento.

Analisamos o papel histórico da educação, sua evolução, demanda e o papel que à ela foi atribuída pelo desenvolvimento econômico. Nesse sentido, a questão nos embaraça: Há um modo de produção dominante – o capitalista – quais suas conseqüências na atividade educacional?

Pois a educação escolar sempre esteve atrelada às exigências de uma sociedade histórica qualquer, cujas camadas dominantes lhe determinam as tarefas. Logo vincula-se a educação a função diretamente requeridas pelas facções dominantes do processo econômico e social.

No entanto, não nos cabe adentrar nessa polêmica com tal tipo de alegação, pois a análise da Educação no Brasil tem sofrido diversos tipos de abordagens, coube-nos apenas, dentro dessa análise crítica, contribuir com uma pequena parcela que seja, para identificar as raízes da verdadeira crise da Educação brasileira e seus pressupostos.


II - Pressupostos Teóricos

CAPÍTULO I

ABORDAGEM TEÓRICA

Como acadêmica devo reconhecer, que desconhecia alguns suportes, que foi dado a nossa educação, e como ela foi e é usada de certa maneira, para manipulação das massas, visando assim somente o consumo de produção estabelecido pelo regime capitalista, criando uma sociedade de fantoche nas mãos de quem detém o poder nesse país, servindo apenas para satisfazer seus interesses econômicos, não pleiteando assim, o desenvolvimento intelectual crítico, que se fez e se faz necessário.

"Sem o poder do conhecimento, como as camadas populares poderiam se organizar de uma maneira eficaz? Como poderiam elas desenvolver a capacidade de análise e de crítica tão necessárias para melhor compreender o fenômeno social e natural?(...)A crítica torna-se então, a chave de toda a apropriação e o princípio educativo fundamental que deveria guiar o processo educativo(...)" (FAUNDEZ, 1994, pg.185-186)

Dentro deste contexto, fica evidente a necessidade de nós como acadêmicos e futuros educadores, criarmos a partir de então, essa consciência crítica do saber, para deixar de sermos classe dominada e lutarmos por o que nos é de direito, principalmente ao que diz respeito à educação, buscando resoluções para alguns dos problemas entrelaçados à ela, em todos os níveis de ensino.

Para facilitar essa criação de uma consciência crítica, faz-se necessário que observemos e analisemos como se deu esses fatores, utilizando assim como base de estudo os textos a nós destinados.

Primeiramente como ordem metodológica , analisar a definição dada pela autora dos conceitos estabelecidos para situar os problemas relativos à educação num contexto mais amplo, a interligação desses conceitos para melhor compreender o nosso sistema educacional e sua evolução, o controle político do sistema, a correlação dos fatores para análise dessa evolução e também ao fato da educação sempre ter atentado aos interesses do processo de desenvolvimento econômico.

Dos conceitos estabelecidos, é certo e correto o que nos foi afirmado pela autora, de que, a cultura de desenvolvimento, de educação e de evolução da