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Participação Política

Trabalho por Rogério Caetano de Brito, estudante de Ciências Sociais @ , Em 22/06/2006

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O QUE É PARTICIPAÇÃO POLÍTICA?


DALLARI, Dalmo de Abreu. O que é participação Política?. São Paulo: Brasiliense, 1999. Coleção primeiros passos.

Na obra O que é participação política o autor transmite aos leitores de forma clara e concisa a importância da participação do homem na política, uma vez que, vivendo em sociedade todos devem participar diretamente para que as mudanças ocorram de acordo com a necessidade e vontade da grande maioria; assim o fazendo, o individuo estará dando um grande salto em busca da harmonia e felicidade entre todos. Para melhor absorção do coneúdo pelo leitor o autor divide a obra em subtítulos.

No subtítulo Que é política? O autor nos traz uma noção do que é política para melhor entender o que virá pela frente. Existem várias correntes de estudiosos, cada uma com sua definição do que é política, mas Dallari nos da uma definição que engloba todas: "Política é a conjunção das ações de indivíduos e grupos humanos, dirigindo-as a um fim comum". Podemos chamar de política: 1 – "a organização social que procura atender à necessidade natural de convivência de seres humanos". 2 – "toda ação humana que produza algum efeito sobre a organização, o funcionamento e os objetivos de uma sociedade". A partir dessas idéias, que o autor fala de sociedade política, atividades políticas, poder político, organizações políticas, responsabilidade política e participação política.

No subtítulo o homem: animal político, o autor nos demonstra que o ser humano não vive sozinho, pois desde que nasce até o momento de sua morte, precisa da companhia de ouros seres vivos. Quando o homem nasce, ele é igual a todos os outros, a sociedade é quem o transforma e estabelece as diferenças. Vivendo o homem em sociedade e sabendo que cada um é diferente do outro, surgem constantes conflitos e divergências, é preciso se organizar e encontrar formas de convívio que tornem melhor a vida em grupo, não devendo se esquecer que o ser humano é igual por natureza, sendo preciso que todos participem das decisões, e não apenas uma minoria.

No subtítulo problemas políticos: problemas de todos, a obra nos passa uma explicação de que os problemas de cada individuo devem ser resolvidos sem esquecer os interesses dos demais, ou seja, não se pode admitir que para resolver um problema ou dificuldade de uma pessoa os demais sofram ou tomem prejuízo. O autor salienta que cada indivíduo sofre influência da sociedade em que vive mas, ao mesmo tempo, exerce influência sobre ela. Por isso todos os problemas relacionados à convivência social são problemas da coletividade e as soluções devem ser tomadas em conjunto, levando em conta os interesses de todos.

O subtítulo a necessidade de tomar decisões, nos mostra que, o simples fato de uma pessoa estar viva a obriga tomar decisões, algumas dessas decisões atingem somente estas pessoas e não a sociedade em geral, há, porém, casos em que estas decisões atingem outras pessoas e nestes casos é conveniente que uma decisão seja tomada por muitas pessoas em conjunto. É importante lembrar que num regime democrático as decisões são sempre tomadas pela maioria, então a omissão de muito impede que se tenha um regime democrático.

No subtítulo direito de participação política podemos ver que em virtude do individuo viver em sociedade e as decisões políticas sempre refletirem na vida de cada um, a Declaração Universal dos Direitos Humanos considera a participação política um direito fundamental de todos. No decorrer da história da humanidade, o homem trava uma luta constante para que o maior número de pessoas participe das decisões política. No final do século XIV e século XX o direito a participação política deu um grande salto, onde grande parte da população garantiu seus direitos