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Pedagogia da Autonomia de Paulo Freire

Trabalho por Sara Regina Cruz Netzlaff, estudante de Pedagogia @ , Em 08/05/2006

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PEDAGOGIA DA AUTONOMIA

Alto Araguaia

2006


O texto elaborado trata-se de uma breve síntese a cerca da obra de Paulo Freire intitulada Pedagogia da Autonomia Saberes necessários à pratica educativa, que não tem a pretensão de esgotar as possibilidades todas de análise ,sobre as questões conceituais e educativa ,tampouco a de apontar possíveis diferenças de entendimento com os rumos do autor .

Não importa, em verdade, alinha pedagógica adotada pelo professor, seja ele um progressista ou um conservador, existem saberes necessários que ambas as linhas de pensamento devem seguir. Assim o professor ensina e prende ao mesmo tempo, não penas no formato acadêmico, mas também na própria formação da ação.

Ao educador cabe despertar no educando a curiosidade na busca do conhecimento,

Aprendendo a ser critico , isso em suma é formar uma autonomia .

Neste ato de formação da capacidade autônoma do individuo, surge uma das principais tarefas de importância do professor, qual seja, a de considerar a importância do aprendizado e da execução de uma leitura critica ,em razão de ser ela a porta de todo o processo de crescimento humano, fomentar o aprofundamento da consciência desse mesmo individuo em construção , no sentido de ele vir a capturar o significado de tal importância em particular.

Ao educador cabe estar em constante aprendizado; Isso dá através das pesquisas em busca de um melhor aperfeiçoamento. Ao ensinar os conteúdos o educador deve ser capaz de apresentá-los com elementos e subsídios saído do cotidiano daquele que aprende. O educador deve inserir-se em um maior projeto e de maior alcance, deve dar um verdadeiro acompanhamento de todo o processo que é e que envolve a vida do aluno. Todo educando deve ser o dínamo facilitador do aprendizado.

Não só o ato de aprender necessita da existência de senso critico, mas também o ato de ensinar ,uma vez que se busca o rigor e a exatidão ,na tentativa de ministrar os conceitos e os conteúdos , os atos e as demonstrações educativas . Baseando no rigorismo e na exatidão pode administrar a curiosidade do aluno ,conduzindo-o à inquietação e portanto ,à própria criatividade resolutiva de situações e desenvolvimento da autonomia.

Dentre os recursos que apresenta o mestre ,é básico que demonstre aos seus alunos a coerência em postura humana e em idéias .O que diz precisa necessariamente, andar casado com os exemplos que dá ao aluno .Assim a formação moral, para que seja transmitida com toda uma base especifica ou com todo um fundamento ético, necessita de um aprofundamento não só naquilo que se transmite, mas na própria atuação particular do educador .Esse aprofundamento necessário, no tocante à moral do educador,é exatamente o fator que poderá permitir-lhe uma participação livre do medo e do risco de expor sua s idéias e conceitos, bem como o isenta de uma atuação discriminatória quando é o outro individuo que se expõe .Trata-se de uma certeza no modo de vida servindo de base ou de modelo indireto à formação de outro individuo.

Os educadores precisão criar possibilidades para a produção ou construção do conhecimento pelos educadores, num processo em que educadores e educando não se reduzem à condição de objeto um do outro."Ensinar não é transmitir conhecimento, mas criar possibilidades para sua própria produção ou a sua construção " (FREIRE p.52) e que o conhecimento precisa ser vivido e testemunhado pelo agente pedagógico.

Esse raciocínio existe porque somos seres humanos e como tal ,temos consciência que somos inacabados : seria a inconclusão existencial de todo o ser humano . É esta consciência que nos motiva a pesquisar ,conhecer e mudar .Passamos assim a ser um sujeito e não