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Ritmos Carnavalescos

Trabalho por Rayan, estudante de Colegial @ , Em 20/04/2006

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Ritmos Carnavalescos


Frevo

Musicalmente falando, o frevo é genuinamente pernambucano e originou-se no século XIX, a partir da mistura do repertório das bandas militares da época, misturado com ritmos como o maxixe, a modinha, a polca e o tango.

Na década de 30, devido à popularização do ritmo pelas gravações de discos e pela transmissão em programas de rádio, o frevo passou ser dividido em três estilos: o frevo-de-rua, que é puramente instrumental; o frevo-de-bloco, executado por Orquestras de Pau e Corda e com letras, em sua maioria, saudosas, interpretadas, muitas vezes, por coral feminino; e o frevo-canção, que também é cantado, mas possui uma introdução instrumental e trata de temas diversos.

Já a dança tem origem nos antigos desfiles de rua, quando alguns capoeiristas ficavam na frente dos instrumentistas para defendê-los, dançando ao ritmo das músicas. Os movimentos da capoeira, então, geraram alguns passos do frevo como a tesoura, o ferrolho, a pernada e outros.


Caboclinho

O caboclinho é uma manifestação popular de origem indígena bastante tradicional em Pernambuco. A cidade de Goiana, que fica a 65 Km do Recife, é um grande celeiro dessa manifestação. Lá, existem os principais grupos do gênero como o Sete Flexas, o Canindé, o Caetés e o Tabajara.

ritmo tem como base o pífano, o ganzá e a caixa de surdo e os passos da coreografia são marcados pelo som do arco e flecha dos integrantes que se vestem com tanga e cocar de penas.

Ciranda

A ciranda é uma dança típica das praias, mais precisamente daquelas situadas ao norte de Pernambuco. Porém, sua origem não se restringe ao litoral. Verificou-se que seu surgimento ocorreu, simultaneamente, tanto na zona litorânea quanto em certas áreas, mais interioranas, da Zona da Mata Norte. Nos primórdios, o ambiente de apresentação restringia-se aos locais populares como as beiras de praia, os terreiros de bodega, pontas de rua, etc. Seus participantes eram basicamente trabalhadores rurais, pescadores, operários de construção, biscateiros, entre outros. É uma manifestação bastante comunitária, não tendo nenhum preconceito quanto ao sexo, cor, idade, condição social ou econômica dos participantes.

Etimologicamente, a palavra "ciranda" foi alvo de muitas interpretações. Para o padre Jaime Diniz, pioneiro no estudo do tema, ela é proveniente do vocábulo espanhol Zaranda, que é um instrumento de peneirar farinha daquele país e que teria evoluído da palavra árabe Çarand, como afirma Caldas Aulete no seu Dicionário Contemporâneo da Língua Portuguesa.

O ganzá, o bombo e o caixa formam o instrumental básico de uma ciranda tradicional. Às vezes, encontram-se ainda a cuíca, o pandeiro, a sanfona, ou algum instrumento de sopro. As músicas cantadas pelo mestre podem ser aquelas já decoradas (dele ou de outros mestres), improvisações, ou até mesmo canções comerciais de domínio público transformadas em ritmo de ciranda. Os passos da dança variam com a própria dinâmica da manifestação, não sendo portanto definitivos. Pode-se, porém, destacar os três mais conhecidos dos cirandeiros: a onda, o sacudidinho e o machucadinho. Não existe limite numérico para esta brincadeira. Geralmente começa com uma pequena roda de poucas pessoas, que vai aumentando à medida que outros chegam para dançar.


Maracatu

O maracatu é de origem africana, mas tem influências indígenas e portuguesas também. Ele é baseado nas festas coloniais de Coroação dos Reis Negros eleitos pelos escravos. Antigamente, a dança era executada em festas religiosas e, hoje em dia, é apenas uma das manifestações culturais do carnaval que encanta e diverte muitos foliões. O ritmo é dividido, atualmente, em dois tipos:

  • Maracatu Nação ou Baque Virado – É mais antigo e inspirado, justamente, nas