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Teoria das Vantagens Absolutas

Trabalho por Igor Turci, estudante de Economia @ , Em 17/04/2006

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Teoria das Vantagens Absolutas

JARAGUÁ DO SUL

Dezembro /2005


A teoria das vantagens absolutas acontece quando há uma abertura no comércio entre países, o criador desta teoria (Adam Smith) mostra que essa situação é criada pela especialização em um determinado produto ou serviço, onde essa condição possa ser oferecida com preço de custo inferior ao outro país na Teoria das vantagens absolutas não existe quando um país tem vantagens em todos os produtos ofertados para comércio.

A teoria de Adam Smith tem como idéia básica à especialização das produções, sendo que estas são motivadas pela divisão do trabalho e as trocas efetuadas no comércio internacional, ou seja, cada país deve concentrar esforços em determinado produto para produzir com custos mais baixos que outros paises.

A Teoria afirma que os países se especializarão naquilo que tiverem um menor custo de produção em virtude de um coeficiente técnico, também, menor. Sob essa ótica, cada país concentrará seus meios de produção na fabricação do produto que lhe permitir maior produtividade, exportando o excedente e importando o outro produto em que possui desvantagem nos custos (a teoria considera 2 produtos).

Adam Smith através da teoria das Vantagens Absolutas, demonstra que a aplicação da divisão do trabalho na área internacional, permitindo a especialização de produções, aliada às trocas entre as nações, contribuía para melhoria do bem-estar das populações. Segundo ele cada país deve concentrar-se naquilo que pode produzir a um custo mais baixo e trocar parte dessa produção por artigos que custem menos em outros países.


Teorias das Vantagens Comparativas

As Teorias das Vantagens Comparativas de David Ricardo, esse modelo considera dois países e duas mercadorias, reduzindo todos os fatores de produção a um único, o trabalho. Além do mais, supõe que a produção de cada mercadoria é realizada a partir de coeficientes técnicos fixos. Dadas estas condições, a tecnologia explica o padrão de comércio internacional, onde demonstra que o comércio internacional será mais vantajoso, onde uma nação possa produzir internamente a custos mais baixos do que a nação parceira, desde que, em termos relativos, as produtividades de cada uma fossem relativamente diferentes.

Esta teoria mostra que cada país deve dedicar-se ou especializar-se onde os custos comparativos fossem menores. No comércio entre dois paises o que possuir uma relação dos custos de produção menor de determinado produto possui umas vantagens comparativas entre estes dois paises.

A teoria das vantagens comparativas mostra que com a exportação possamos importar mais e mais barato, ou seja, o comércio será vantajoso quando um país possa produzir a custos mais baixos do que o país que está em comércio, isso é mutuamente vantajoso em todos os casos em que paises passassem a produzir somente um determinado produto em que sua produtividade fosse relativamente maior.


A diferença entre as teorias

A diferença entre as teorias das vantagens absolutas e comparativas que a primeira analisa a especialização da produção, entre dois países, onde iniciará da especialidade de país para país, isso beneficiará tanto um país A e B, onde a apropriação de uma vantagem absoluta nas trocas realizadas no comércio internacional.

Já a segunda teoria considera dois países e duas mercadorias, reduzindo todos os fatores de produção a um único, o trabalho, além do mais, supõe que a produção de cada mercadoria é realizada a partir de coeficientes técnicos fixos.

Dadas estas condições, a tecnologia explica o padrão de comércio internacional, assumindo a hipótese de ausência de custos de transportes, o modelo estabelece como condição de existência de comércio internacional a presença de diferenças entre os custos de oportunidade de