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A Segunda Geração de Computadores

Trabalho por Viviane Holanda, estudante de Diversos @ , Em 31/05/2005

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Segunda Geração de Computadores


1. INTRODUÇÂO

Desde a antiguidade, o ser humano busca e desenvolve meios e máquinas para realizar cálculos, do mais simples ao mais complexo, com o mínimo de tempo e o máximo de eficiência. Do primitivo cálculo feito através de contas e conchas, até os realizados hoje pelos super computadores, muito tempo se passou mas o princípio continua o mesmo: calcular!

Foram nos anos Pós-Segunda Guerra Mundial, que com a incorporação das novas tecnologias então desenvolvidas, o projeto computador se tornou realidade.

Surgiu a Primeira Geração de Computadores, marcada pelos grandes e dispendiosos equipamentos com dezenas de milhares de válvulas, grande consumo de energia e problemas com o superaquecimento. Estes equipamentos trabalhavam por um curto período de tempo e acarretavam grandes problemas de manutenção. Mesmo assim já demonstrava a eficiência do computador em facilitar o trabalho humano.

A Segunda Geração de Computadores, surgiu na década de 50 com o advento dos transistores. Aumentaram a capacidade de memória e o aumento da memória. Esses pequenos componentes serviam para substituir as válvulas, mas com muitas vantagens. Eram muito menores, consumiam menos corrente elétrica e duravam muitos anos. Tornou-se possível a construção de computadores de menor tamanho, mais rápidos, mais confiáveis e mais baratos. Já no final dos anos 50, todos os computadores eram construídos com transistores. Também passaram a serem fabricados em série. Cada computador não era mais um "filho único", e sim, fazia parte de uma série de máquinas iguais. Esses computadores ainda custavam milhões de dólares, mas passaram a serem usados em aplicações não militares: Aplicações comerciais em grandes empresas ;Controle de processos industriais.

A indústria de computadores começou a crescer, dando origem ao desenvolvimento dos grandes gigantes da informática mundial, como a IBM.


2. Guerra fria x avanço tecnológico

Após a 2a Guerra Mundial, ocorreram duas fortes mudanças científicas e tecnológicas. A primeira foi a aplicação de capitais em técnicas inovadoras (energia nuclear, automação, produtos sintéticos, computadores, eletrônica). A segunda, nos anos 60, com a segunda geração de computadores, eletrônicos, sintéticos e novas técnicas de comunicação. Na primeira, deu-se a passagem do trabalho intensivo na indústria para o capital intensivo como centro da acumulação, em escala mundial. Na segunda, passou-se do capital intensivo para a tecnologia e saber intensivo.

Surgiram novas indústrias baseadas na tecnologia de ponta e com conteúdos científicos. Esses fatos aconteceram nos paises do Norte. Os seus efeitos se fazem sentir na quebra das barreiras nacionais. Esses paises aumentam em escala inusitada o controle da tecnologia, das informações, dos serviços (sobretudo as finanças), enquanto o trabalho intensivo domina o Sul, sem que ele passe para a outra fase.

Desse modo, ocorre uma uniformização econômica mundial, orientada segundo as opções dos Estados que possuem bases para acumular lucros, a partir de seu privilegiado status técnico e científico. Esses paises concentram o controle financeiro, técnico e científico em benefício e sob gerência de elites nacionais, mas com impacto multinacional.

Grande parcela dos produtores de tecnologia de informação, nos Estados Unidos, do setor de informática, era mantida pela indústria militar. O aperfeiçoamento da indústria de defesa, durante o pós-guerra, estabeleceu uma estrutura de produção e acumulação militar para empresas de Alta-Tecnologia, que gozavam do privilégio da "estabilidade" sem a concorrência, pois contavam com "investimentos seguros" custeados pelo Estado, e estavam menos suscetíveis às oscilações de preço e mercado do que o restante das atividades civis competitivas.

Vinte e cinco por cento do orçamento das pesquisas em semicondutores, de 1949 a 1958, eram provenientes de contratos de defesa estabelecidos pelo governo federal.


3. Transistores

Na década de 40 os sistemas telefônicos, equipamentos