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A Enfermagem na Pediatria

Trabalho por Alessandra Leandro, estudante de Enfermagem @ , Em 19/03/2005

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ENFERMAGEM EM PEDIATRIA

Campinas, 21 de março de 2005


INTRODUÇÃO:

As principais atividades dos enfermeiros é prestar cuidados de enfermagem; a criança, ao adolescente e a seus familiares (pai e mãe), de forma que mantenham, melhorem e recuperem a saúde, ajudando a atingir seu bem estar físico e psíquico, tão rapidamente o possível.

O cuidado que o enfermeiro presta conta as necessidades físicas, emocionais e sociais da criança, visando um ou mais objetivos fundamentais da profissão: a promoção da saúde, a prevenção da doença, o tratamento, a reabilitação e a reintegração do convívio social. Para total prestação de cuidados de enfermagem desde o nascimento até a morte.

Os enfermeiros prestam igualmente cuidados a família, a grupos e comunidades as suas responsabilidades e atividades dependem de fatores em sua área de atuação em sua especialização.


A CRIANÇA E A HOSPITALIZAÇÃO

A hospitalização de uma criança pode ser umas das maiores fontes de ansiedade para ela e seus pais.

A criança requer , para garantia do processo de desenvolvimento:

  • Ser protegida de sofrimento corporal;
  • Sentir se amada e desejada;
  • Viver em ambiente de harmonia;
  • Confiar nos adultos em que dependem para o atendimento das necessidades que ainda não pode satisfazer por si mesmo;
  • Ter confiança em si;
  • Dar expansão inicial as suas tendências instintivas e tê-las progressivamente atenuadas e disciplinadas no sentido de adaptação a vida em sociedade;
  • Ter ambiente em torno de si tão pouco contraditório quanto possível;
  • Ser atendida em sua curiosidade;
  • Ter ambiente propicio ao desenvolvimento das capacidades e vocações físicas, psíquicas e sociais;
  • Ser poupada de emoções súbitas e problemas familiares;

Cabe a enfermagem mediante a internação sobre a patologia e comportamento da criança observar as condições físicas e psicológicas e informar aos órgãos competentes caso haja algum indicio de que esta criança venha estar sofrendo de quaisquer maus tratos tais como:

  • Agressão física
  • Abuso sexual
  • Desnutrição
  • Maus-tratos (falta de higiene, alimentação, educação, serviços escravos)

Obs.: Se a criança não receber assistência psicoafetiva adequada os efeitos nocivos da internação poderão ser severos nas crianças.

No familiar que a criança busca apoio orientação, referência, proteção para o desconhecimento e para o sofrimento.

Se a criança tiver um bom suporte familiar e capaz de suportar os sofrimentos e ansiedade durante a hospitalização.


AVALIAÇÃO FÍSICA

As práticas de avaliação físicas são:

  • Inspeção (Técnica simples e altamente qualificada envolve o uso da visão e audição e olfação a inspeção deve ser completa envolvendo cada região do corpo, uma inspeção cuidadosa depende de uma boa iluminação).
  • Palpação (Envolve o uso dos dedos e das palmas das mãos para determinar a temperatura, hidratação, textura, forma, movimento e área de sensibilidade. A enfermeira pode ajudar a criança que sente cócegas ao colocar em primeiro lugar as mãos da criança sobre a pele e deslizar gradualmente suas mãos sobre a da criança, o fazendo com que a criança mantenha suas mãos sobre as da enfermeira durante o exame).
  • Percussão (Envolve o uso do ato de percutir para produção de sons, conforme suas intensidades, tom, duração, e qualidade. Ex: timpanismo, bolhas gástricas – intestino cheio de ar, ressonância-pulmões, hiper-ressonância, com retenção de ar – criança de pouca idade, macicez, fígado espaço ocupado por liquido, uniformidade do som – músculo).
  • Ausculta (Processo se ouvir sons corporais através do estetoscópio).


PREPARAÇÃO PARA EXAME

Ambiente:

  • Fazer avaliações em lugares tranqüilas onde a criança se sinta segura e bem