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Artigo: A Importância da Leitura na Formação do Indivíduo

Trabalho por Angelita Comarella, estudante de Letras @ , Em 05/12/2004

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A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO



Resumo:
A reflexão sobre a importância da leitura para formação do indivíduo é de suma importância nos dias de hoje. Nesta reflexão é primordial analisar os fatores que impedem e apresentar caminhos de renovação e qualificação. A leitura sempre teve um papel social de grande interferência na sociedade, como pesquisa educacional e a evolução da leitura na sociedade diante dos problemas sociais, políticos e econômicos. A leitura tem por finalidade levar outros mundo possíveis, seja a literatura ou as revistas e livros. Pode nos entreter ao mesmo tempo em que favorece a reflexão sobre a realidade ou a fuga de dificuldade que enfrentamos em nosso cotidiano. Além disso desperta sonhos, curiosidades e ativa a criatividade.


Palavras-chave:
Leitura – Formação de indivíduos.

Vista como um instrumento de poder, a leitura vem através dos tempos assumindo seu papel na sociedade, que é o de contribuir como decodificadora de signos, embora vá além deste nível. FREIRE (1983) comenta que "os signos são os próprios fatos, acontecimentos, situações reais ou imaginárias em que os sons, paisagens, imagens tendem a melhorar a relação homem - meio – mundo."

A importância de trabalhar nesta investigação é por crer que o hábito de ler exerce uma grande força num contexto social, político, econômico e cultural, uma nova perspectiva de vida e visão de mundo. Colaborando esse entendimento, KLEIMAN (1989):

"aborda a leitura de mundo através da atuação do conhecimento prévio, essencial à compreensão, pois é o conhecimento que o leitor tem sobre o assunto, mundo, que lhe permite fazer as inferências necessárias para relacionar partes de um texto num todo coerente."

A realidade está aí para mostrar a problemática existente na sociedade quando PINHEIRO afirma que "o desinteresse pela leitura é um grave problema, pois a falta de informação leva à preguiça mental e conduz a humanidade ao caos social e cultural; infelizmente, nos meios acadêmicos também." Ora, se o contingente universitário apresenta sérios problemas no que diz respeito à leitura, linguagem, etc., sendo ele considerado parte da elite pensante do país, isso nada mais é do que o reflexo de uma organização desestruturada em termos de formação de futuros leitores e incentivadores da leitura.

A leitura, tomada como problema social se relacionada com "maus" leitores, raramente é vista como leitura de prazer. Evidentemente, algumas perguntas surgem: é preciso ler? Por que? Para que? Muitas respostas existem, como por exemplo: - para estudar; - para instruir - se; para ser alguém na vida, enfim, uma série de respostas que têm como conseqüência à ação. Ação esta que proporcione vantagens, não uma ação que resulte em prazer; uma leitura comparada à alimentação que nós saboreamos conforme nossa fome e nossa disposição momentânea, em que nós engolimos, devoramos, mastigamos; "ler é pastar" , conforme BARTHES.

Não podemos ser omissos, quanto à afirmação de que as diferenças de nível econômico acarretam, geralmente, diferenças de possibilidades educativas. Nesse sentido, a ação da leitura de prazer também é afetada por essa diferença, pois o acesso a instrumentos culturais e o tempo de lazer não são estimulados nem entendidos como lazer, hobby, etc., ou simplesmente ignorados como direito ou como necessidade.

A leitura amplia os conhecimentos do ser humano. É através dela ou mesmo pelo hábito de ler que o indivíduo habilita-se a exercer os conhecimentos culturalmente construídos e dessa forma escala com maior facilidade os novos degraus do ensino, e em conseqüência atinge também sua realização profissional.

O ato de ler é função primordial da escola, e é esta que possibilita o educando a ler o mundo, de construir a sua própria história.

Se observarmos a realidade