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Agregados Macroeconômicos

Trabalho por Gustavo Bernardes Ribeiro, estudante de Economia @ , Em 06/10/2004

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AGREGADOS MACROECONÔMICOS

São Borja, setembro de 2004

Introdução

A macroeconomia é uma divisão a economia que trata do comportamento da própria economia como um todo. Focaliza os objetivos macroeconômicos e as variáveis que os afetam. Trata de tópicos relevantes. Na macroeconomia é desapercebido o pormenor do comportamento de unidades econômico individuais que tratamos do desempenho geral.


Agregados macroeconômicos

A expressão agregados macroeconômicos é utilizada para indicar, de uma forma geral, os resultados da mensuração da atividade econômica considerado com um todo. Neste segmento da economia não são tratadas unidades econômicas isoladas como família, empresa ou unidade do governo. A referencia básica é a soma de todas as transações realizadas por todos os agentes em todos os mercado.

Para chegar a essas grandes somas, os economistas recorreram a um conjunto de convenções, de que resultam agrupamentos de recursos, agentes, atividades produtivas, transações, variáveis, fluxo e variáveis estoques. A metodologia sistematizada de levantamento e de contabilização do todo se dá à denominação de contabilidade social, ou seja, um conjunto de grandes contas em que se contabilizam todas as transações que compõe a vida econômica de uma nação. E ainda as transações entre as nações.


Produto Interno Bruto (PIB)

O PIB expressa o resultado final das atividades econômicas de produção realizadas dentro do território econômico do país, não incluídas as transações intermediárias. É a totalização do valor adicionado bruto pelas empresas, com inclusão de impostos indiretos líquidos, dentro de um conceito amplo de território que abrange o terrestre, o espaço aéreo, as águas territoriais, as explorações em territórios de outros países sob regime concessionário, os enclaves territoriais fora das fronteiras geográficas do país e equipamentos móveis de bandeira nacional. O conceito é, portanto, equivalente ao convencionado: é a agregação de fluxos internos, independentemente de os recursos mobilizados serem ou não de propriedade da nação.


Produto Nacional Bruto (PNB)

O produto nacional bruto, a preço de mercado, é o PIB deduzido dos pagamentos líquidos por fatores de produção pertencentes a outras nações. Eles se expressam pela renda líquida enviada para o exterior, totalizando os salários (pagamentos pelo fator trabalho), juros e arrendamentos (fator capital), royalties (capacidade tecnológica) e lucros (empresariedade), que se incorporam ao produto nacional das nações supridoras desses recursos.


Depreciação

Tem o significado de reduções de riqueza acumulada. Elas indicam o valor estimado do desgaste, da obsolência e de danos acidentais a que estão sujeitos os bens de capital mobilizados no processamento da produção.

São lançadas nas estruturas de custos das empresas, como mecanismos de alto ressarcimento pelo processo de desgaste a que os bens de capital investidos estão sujeitos ao longo do tempo, daí porque as depreciações são deduzidas dos investimentos brutos para a aferição dos investimentos líquidos. E são também deduzidas do produto nacional para se chegar ao Produto Nacional Líquido.


Produto Nacional Líquido (PNL)

O Produto Nacional menos as depreciações é igual ao Produto Nacional Liquido, que equivale à renda nacional. Uma parte desta é consumida; outra poupada. A poupança e a depreciação na hipótese simplificada adotada são as duas fontes do processo de acumulação que somado ao consumo, totaliza o dispêndio nacional.


Tributos indiretos

Esses tributos oneram as transações intermediárias e finais, tendo como principal fato gerador os fluxos de entrada e de saída que nas empresas, alimentam e dão sustentação ao processamento da produção. Eles são incorporados ao preço dos bens e serviços transacionados. Com sua incorporação aos custos de processamentos, esses deixam de se constituir apenas pelas remunerações pagas aos fatores,